segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Eu mudei. Só que ninguém acredita

 Eu mudei. Só que ninguém acredita

Como reconquistar a confiança alheia e ser vista como uma nova pessoa?








E se um dia aquela sua colega de trabalho que adora contar vantagens e inventar histórias parasse de mentir? E se aquele amigo que todo mundo sabe que trai a esposa se tornasse um exemplo de fidelidade? Você acreditaria se aquela sua vizinha fofoqueira que adora falar mal de todos passasse a enxergar somente o lado bom dos outros? Você seria capaz de acreditar que todas essas pessoas realmente mudaram e daria uma nova chance a elas?
Era exatamente disso, que as pessoas voltassem a acreditar nela, que a estudante universitária Alcione Correia de Oliveira (foto ao lado), de 18 anos, precisava. Acostumada a mentir desde criança, ela conta que o hábito já estava incorporado ao seu estilo de vida. “Eu mentia por qualquer coisa. Quando estava em uma rodinha de amigos eu não queria parecer inferior, então inventava histórias, viagens, dizia ter feito algo incrível só para não ficar por baixo”, relembra. “Na maioria das vezes, as pessoas até acreditavam em mim, mas eu me atrapalhava muito e elas começaram a desconfiar do que eu contava. Fui perdendo a credibilidade”, acrescenta.
Contudo, na visão do psicólogo Jô Furlan, mudar um comportamento negativo só pela aprovação dos outros pode levar à frustração. “Leva muito tempo para que as pessoas comecem a reconhecer a mudança, portanto, ela deve ser um desejo pessoal para o desenvolvimento daquele indivíduo. Depender do reconhecimento dos outros pode ser frustrante”, esclarece. Ele ainda acrescenta que é justamente aí que reside a raiz da questão. “É comum ouvirmos coisas como ‘me esforcei tanto para mudar e ninguém reconhece’. Identificamos aí a origem do problema, a pessoa não mudou pela necessidade pessoal e sim para que fosse aceita ou reconhecida”, acrescenta o psicólogo.
Traição tem perdão?






Para Tak Chi Wu, de 47 anos, brasileiro de origem chinesa que vive hoje em Hong Kong, reconquistar a confiança da esposa, Aida de Paula Wu, de 48 anos, não foi nada fácil. Isso porque os constantes episódios de traição da parte dele quase levaram mais de 20 anos de casamento por água abaixo. “Houve muitas traições e muitas brigas. Minha esposa chegava até a desmaiar de tão nervosa que ficava por causa das minhas mentiras. Um dia ela arrumou as malas para que eu fosse embora, mas na época nossas duas filhas eram pequenas e ela não queria que as meninas fossem criadas longe do pai. Ela sempre priorizou a união de nossa família e por isso nunca chegamos a nos separar”, relembra Wu.
Apesar de viverem sob o mesmo teto, marido e esposa tinham um relacionamento conturbado. “Ela tinha muita raiva de mim e brigávamos o tempo todo, nossa vida era um inferno. Minha esposa não confiava mais em mim e eu não acreditava mais em reconciliação”, conta ele. O psicólogo destaca que, em casos que envolvem traição, fica especialmente mais difícil reconquistar a confiança do companheiro. “No caso da traição, temos uma situação que depende não somente da mudança de comportamento, mas sim do reconhecimento do outro. Afinal, a grande questão é a confiança que foi comprometida e não se reconstrói rapidamente”, explica.
Deprimida com a situação que se encontrava, Aida aceitou um convite para participar de uma reunião da Universal. Lá, ela descobriu que não deveria apenas restaurar o casamento, como pareceria óbvio, mas primeiramente deveria se amar e resgatar a paz interior. “Ela foi aos poucos mudando e eu percebi isso. Eu também queria mudar e por isso fui atrás desse Deus. Foi através dEle que a mágoa dela foi embora. Hoje, muito felizes, celebramos 25 anos de casamento”, comemora Wu.
Já para Alcione deixar as mentiras no passado foi crucial para voltar a viver em paz com os que a cercavam. “Uma vez, eu falei para meu namorado que tinha sido atropelada, queria despertar a atenção dele, queria que ele se preocupasse comigo. Quando ele descobriu a verdade, brigamos muito e ele se afastou de mim. Depois disso comecei a me tocar. Meus pais já não tinham mais confiança em mim e meus amigos começaram a perceber que eu mentia. Eu estava sozinha e ninguém mais confiava em mim. Percebi que precisava mesmo mudar”, relembra.“Fui parando com as mentiras aos poucos até que parei de vez, mas as pessoas ainda estavam muito desconfiadas. Meus pais ligavam para minhas amigas para confirmar se eu estava mesmo onde dizia a eles, meus amigos começaram a comprovar tudo o que eu falava buscando testemunhas”, explica ao comentar o processo que passou para reconquistar a confiança alheia.






De acordo com o psicólogo, a pessoa que mudou é posta à prova o tempo inteiro. “As pessoas criam crenças em relação a cada um de nós e apenas o tempo e a mudança repetida de comportamento serão capazes de destruir a crença anterior e gerar uma nova. Um exemplo simples: uma pessoa é famosa por sempre chegar atrasada. Ela decide se organizar melhor para que isso não ocorra mais. Passa meses chegando nos compromissos na hora certa. Talvez as pessoas já tenham conseguido substituir a crença que tinham sobre ela chegar atrasada, mas vai bastar apenas um deslize para que as pessoas se lembrem que esse era um hábito dela”, explica.
Alcione não tem dúvidas de que uma vida sem mentiras é a melhor recompensa que ela poderia ter recebido. “Eu me sinto muito melhor, reconquistei a confiança dos outros, tenho liberdade para falar, porque as pessoas acreditam em mim. Eu era insegura, hoje falo com firmeza, porque falo a verdade”.
Para Furlan, a pessoa precisa se preocupar mais com as atitudes do que com as palavras: “Não basta dizer que mudou, é necessário que seus atos comprovem isso por tempo suficiente até que as pessoas construam uma nova imagem a seu respeito”, finaliza.





























IURD distribui Bíblias na Fundação CASA-SPFamiliares e internos recebem exemplaresAgência Unipress InternacionalSÃO PAULO - A Coordenadoria Estadual de Evangelização em Unidades da Fundação CASA, através da Igreja Universal do Reino de Deus, tem como principal objetivo proporcionar meios para que o adolescente receba formação espiritual necessária para que haja mudanças em seu comportamento. Pensando nisso, distribuiu recentemente milhares de Bíblias para os internos e seus familiares. De acordo com o pastor Geraldo Vilhena, é primordial proporcionar meios para que os adolescentes e seus familiares exercitem a fé. Além disso, ao longo do ano são realizadas reuniões semanais nas Unidades e eventos que têm por objetivo a integração entre as famílias. "Procuramos a conscientização de todos sobre a importância de resgatar os valores da família e da formação do jovem para a sociedade", ressalta o pastor Geraldo Melo de Vilhena, coordenador Estadual em evangelização em unidades da Fundação Casa (antiga Febem).

domingo, 25 de janeiro de 2015

Briga por dinheiro pode motivar o divórcio?

Briga por dinheiro pode motivar o divórcio?

Veja o que fazer para que isso não aconteça














Existem vários fatores que podem decretar o fim de um relacionamento: mentiras, ciúmes, interferência das famílias do casal, problemas emocionais. Outro elemento que pode acabar com o casamento são as brigas relacionadas a assuntos financeiros.
E os casais que discutem sobre dinheiro estão mais propensos a se divorciar do que aqueles que têm como principal razão das brigas temas como sexo, crianças e sogros. Pelo menos é o que diz uma pesquisa recente divulgada no site do jornal britânico Daily Mail.
Quando se trata de relacionamento, o dinheiro realmente é algo importante, pois é o maior indicador de um divórcio. O estudo acompanhou 4,5 mil casais por vários anos e descobriu que o estresse causado pelas finanças lidera o topo da lista dos motivos de separação entre homens e mulheres.
A pesquisa mostra ainda que as desavenças sobre dinheiro são mais intensas e demoram mais do que quando o foco são outros tipos de argumentos.
Outra descoberta dos pesquisadores foi que este tipo de discussão desencadeia palavras mais duras. A conclusão se mostrou verdadeira independentemente da renda dos casais ou do nível de endividamento.
Como evitar?
Sobre o divórcio, o bispo Renato Cardoso afirma, em uma postagem em seu blog, que as pessoas costumam não enxergar a verdadeira causa do problema. “As pessoas hoje em dia estão casando só com o corpo. Às vezes, nem o corpo. Elas se casam, mas não se entregam. Não tem como um casamento funcionar assim. Não existe mágica para fazer um casamento funcionar. Além do amor, também é preciso dedicação, responsabilidade e respeito”, diz. 
O bispo considera que é preciso analisar friamente todas as atitudes, de ambas as partes, e ver onde é possível melhorar, antes que o relacionamento acabe. “Não existe varinha mágica. Sonhos não se realizam com mágica. Os sonhos se realizam com muito trabalho e dedicação”, conclui.


SÃO PAULO - Voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus de todo o Brasil visitam, diariamente, unidades da Fundação Casa. Em São Paulo, cerca de 150 pessoas acompanham o pastor Geraldo Vilhena, – responsável pelo trabalho no Estado – nas reuniões realizadas nos locais. Segundo dados da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência (SEDH/PR), no Brasil, o número de menores infratores que cumpre pena aumentou em 28%, entre 2002 e 2006. Em média, há nove adolescentes em regime de internação para cada um em regime semi-aberto. São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará são os Estados com maior execução para este regime. Com o objetivo de ajudar na reintegração desses jovens na sociedade, há sete anos a IURD conta com a ajuda de voluntários de todas as áreas para a realização do trabalho espiritual.













































Durante os encontros, os internos recebem uma palavra de fé e de esperança. “Nós oramos para que eles sejam libertos dos problemas espirituais e possam receber a presença de Deus”, diz o pastor Geraldo. Semanalmente, são distribuídos cerca de três mil exemplares da Folha Universal e mensalmente mil livros e duas mil revistas Plenitude, para que os adolescentes possam conhecer, de uma forma diversificada, a Palavra de Deus. O grupo também organiza palestras sobre drogas, saúde da mulher – nas unidades femininas –, higiene e educação, além de oferecer doações e amparo aos familiares dos internos. No mês passado, cerca de 200 famílias do Complexo do Brás receberam lanches, roupas, calçados e brinquedos. “Durantes esses eventos, procuramos conscientizar todos sobre a importância de resgatar os valores da família, da formação da criança e do adolescente para a nossa sociedade”, explicou o pastor, acrescentando uma palavra de fé aos que estão sofrendo por terem algum parente sendo escravizado pelo mundo do crime: “Disse o Senhor que se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra”, finalizou.














































































































































sábado, 24 de janeiro de 2015

8 dicas para ser uma mulher mais elegante

8 dicas para ser uma mulher mais elegante 

A elegância está nos detalhes do comportamento e da personalidade feminina











1. Cumprimente a todos e acrescente um sorriso
2. Não deixe de usar as palavras mágicas que tanto ensinamos para as crianças, como, por exemplo: por favor, com licença, obrigado, bom dia e boa noite
3. Reconheça as qualidades das pessoas por meio de um elogio sincero. Isso acolhe e incentiva a melhorar
4. Passe longe das fofocas, picuinhas e assuntos que não lhe dizem respeito. Se alguém lhe trouxer uma “novidade” fresquinha da sua colega de trabalho, mude educadamente de assunto
5. A discrição não está ultrapassada. Então, chegue suavemente nos lugares, fale com um tom de voz agradável e evite gesticular demais
6. Escute mais e fale menos. Respeite a opinião alheia, mesmo que seja o oposto da sua, pois não existe vencedor em uma discussão
7. Evite assuntos íntimos e constrangedores. Que prazer você teria em ver uma pessoa se sentir constrangida?
8. Seja pontual e cumpra com o que você prometeu. Se você não vai a um compromisso, desmarque-o e não deixe ninguém esperando por você








Com a coordenação do Pastor Geraldo Vilhena, em parceria com a Fundação CASA (antiga Febem) e a AMC- Associação das Mulheres Cristãs,promoveram um evento comemorativo ao Dia dos Pais no último domingo na UI-IPÊ 22 , zona sul de S. Paulo. Juntos, realizaram uma tarde de trabalhos sociais, educativos e recreativos.Na ocasião, foram oferecidos aos adolescentes e familiares que compareceram ao local, atendimento para obtenção de documentos, cabeleireiros,aferição de pressão arterial,além de palestras sobre reaproveitamento dos alimentos,DST-AIDS , prevenção de cáries e higiene bucal. A apresentação musical contou com a participação da cantora de músicas de repertório Gospel, Ísis Regina,envolvendo a todos com aprazíveis canções. O final do evento foi marcado pela distribuição de diplomas de congratulação aos pais, e também sorvetes que foram ofertados para todos os presentes.Participaram da confraternização cerca de 130 jovens internos e familiares, entre outros.Na ocasião , a coordenadora pedagógica Vera Lúcia de Oliveira Lima Souza, ressaltou a importância desse acontecimento numa data significativa como o Dia dos Pais,pois faz com que o adolescente venha a refletir na Palavra de Deus,que renova os pensamentos, amenizando assim o sofrimento e a solidão de muitos, e aprendendo a valorizar a importância da família presente.Destacou ainda que a confraternização envolve a todos,tornando-se assim um trabalho multiplicador,ou seja, mesmo depois do término do evento, todos se lembrarão dos bons momentos aqui transcorridos , os quais serão divulgados a outras pessoas, que passam a enxergar os jovens com outra visão.