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terça-feira, 2 de junho de 2015

Traumas e complexos

Traumas e complexos

Francisca achava que ninguém a aceitaria por algo que acontecera no passado


“Quando era criança fui molestada por um tio. Por conta disso tinha muita mágoa e complexos. Achava que ninguém me aceitaria devido ao que acontecera comigo. Quando cheguei à Universal, comecei a participar da Terapia do Amor para curar o meu coração.
Aos 25 anos ainda estava solteira e ouvia muitas piadas de amigos e familiares, mas continuei perseverando na Terapia, pois eu tinha a certeza de que Deus estava preparando a pessoa certa para mim.
Eu já conhecia meu esposo, éramos amigos, mas nunca havia olhado ele como um possível pretendente, até o dia em que ele me chamou para conversar.  Estamos casados há 3 anos e continuamos a fazer a Terapia, para aprendermos a driblar as dificuldades e não deixar que os problemas interfiram no nosso relacionamento.” (Francisca)
“Eu nunca havia assumido compromisso com ninguém. Quando cheguei à Universal, aos 19 anos, comecei a fazer a Terapia do Amor e a buscar alguém que, assim como eu, priorizasse Deus na vida dela. Minha busca durou 5 anos.” (Ezequiel)
A UNIVERSAL leva a cura dos vícios na Fundação CASA

Nos últimos tempos em todo o universo, tem acontecido coisas espantosas como catástrofes naturais, guerras,doenças,fome e principalmente o avanço das drogas no meio da sociedade.
Quando nos falamos sobre drogas,  nos ficamos mais revoltados contra as forças do mal, pois é ele que é o responsável por qualquer tipo de vícios. Uma pessoa viciada, ela só pode se livrar desta maldição, com a fé sobrenatural. Ela pode até ficar em uma clínica fazendo terapia, tomando remédios mais meus amigos tudo temporário, este temporário pode durar até mais de dez anos em qualquer momento em uma emoção forte ela vai com certeza usar a maldita droga.
Meus amigos não tem outra saída se não se libertar deste espírito do vício através da fé no Senhor Jesus.




Foi o que aconteceu em um sábado a tarde em uma  unidade da Fundação CASA de São Paulo, voluntários da UNIVERSAL junto com o pastor Geraldo Vilhena,realizaram palestras e orações de libertação para curar os jovens internos da Fundação CASA do vício das drogas.










Esteve presente Amauri ex-traficante que se libertou em uma  corrente de fé na sexta-feira na UNIVERSAL, agora é palestrante e ajuda os jovens internos da Fundação CASA.


Um outro palestrante chamado Robson de Freitas, ex-usuário e ladrão de carro e motos também liberto em uma das reuniões da UNIVERSAL, ajuda os jovens internos com a sua história passada do crime e como foi a sua saída 




No final foi servido a todos refrigerantes, doces e sorvetes para todos.






A UNIVERSAL agradece a assessoria de imprensa  da Fundação CASA e Diretores da unidade vila Maria Paulista,  junto com os funcionários e abençoa a todos em nome do Senhor Jesus 

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Descubra o que a carência afetiva pode fazer com você

Descubra o que a carência afetiva pode fazer com você

Aprenda a vencer o problema e se amar







Uma moradora de Santos, no litoral de São Paulo, que não quis ter o nome revelado, passou por uma situação na vida amorosa que nenhuma mulher deseja viver. Milhares de pessoas puderam assistir pela internet vídeos íntimos dela, que foram compartilhados pelo parceiro. A divulgação das imagens fez que a santista pensasse em suicídio, mas, mesmo após todo esse constrangimento, ela desistiu de tirar a própria vida, aceitou o rapaz de volta e eles reataram. A mulher afirmou que todos cometem erros e, por gostar dele, decidiu perdoá-lo.
A questão dela ter perdoado o companheiro é de fato importante para que ela siga uma vida em paz consigo mesma. Mas o questionamento que fica é: qual o sentido de continuar em uma relação em que o companheiro não demonstra nem um tipo de respeito por você?
Segundo o apresentador Renato Cardoso, homens, e principalmente mulheres, estão sofrendo em relacionamentos abusivos desse tipo todos os dias. “O mais intrigante, porém, não é a maldade do agressor, mas a cumplicidade da vítima. É algo doentio porque parece que ela não consegue ver que virou escrava do abusador”, esclarece Renato.
Para a psicóloga Marisa de Abreu, alguns fatores podem levar uma mulher a manter-se em um relacionamento abusivo. “Medo da solidão, medo do próprio parceiro, medo de ficar sozinha, sensação de incapacidade de administrar a própria vida e, por fim, a carência afetiva. É ela que faz que a pessoa aceite ‘migalhas’ afetivas e se sujeite a constantes momentos de agressão verbal, emocional ou física do parceiro abusivo”, explica.
Quando o medo é de ficar sozinha






Daiane Rocha, analista administrativa, de 23 anos, sabe bem o que é ficar com alguém por causa da carência. A jovem achava que se ficasse sozinha jamais seria feliz. “Em razão da enorme carência que eu sentia, queria estar com o meu namorado o tempo todo e quando estávamos longe um do outro me sentia mal. Era como se pudesse aparecer outra pessoa e tirá-lo de mim”, revela.
Com isso, ela o sufocava muito, sempre se comparava a outras mulheres e se sentia permanentemente muito inferior a elas. “Me submeti a um relacionamento em que eu sabia que não era correspondida. Mas, naquele momento, era melhor ter o pouco da atenção que ele me dava a pensar que ficaria sem ele. Eu achava que se ele não ficasse comigo eu não encontraria outra pessoa que gostasse de mim”, lembra a analista administrativa.
Para Daiane, perder o namorado era sinônimo de solidão e, por isso, aceitou um relacionamento em que o respeito e o amor não eram recíprocos. A psicóloga Marisa de Abreu diz que há uma série de circunstâncias que levam uma pessoa a sofrer de carência afetiva. Por exemplo, a pessoa não ter recebido o afeto esperado de seus pais ou pessoas significativas na infância e/ou adolescência. “Também pode decorrer de uma característica de personalidade em que a necessidade de muita emoção leva a pessoa a se envolver com outras pessoas que vivem verdadeiras ‘montanhas--russas’ emocionais. Ora amam loucamente, ora odeiam e fazem coisas totalmente agressivas para o outro”, ressalta Marisa.
Em seu blog, Cristiane Cardoso explica que essa carência demasiada de cuidados e atenção pode saturar o relacionamento. “As brigas constantes porque ele não faz isto ou aquilo diminuem ainda mais as chances dele fazer o que você pede. Admiração e amor não deveriam ser exigidos, requeridos ou esperados. Tais sentimentos só têm valor quando são espontâneos.”
Aprendendo a ter amor-próprio
Transcorrido algum tempo, o namorado de Daiane a traiu com uma amiga dele e preferiu ficar com ela. “A partir do momento que percebi que não vivia mais minha vida, mas em função dele, precisei aprender a viver novamente. Comecei buscando ajuda e li o livro Melhor que Comprar Sapatos, de Cristiane Cardoso. Percebi que o meu caso podia ser mudado e que eu teria de começar pelo meu interior”, diz Daiane. Hoje, ela deixou de ser uma pessoa carente, insegura, ciumenta e com baixa autoestima. “Passei a ser uma mulher mais agradável e de bem com a vida. Afinal, ninguém gosta de estar ao lado de alguém que não consegue estar bem consigo mesmo”, diz a jovem.
Como lidar com a carência demasiada?
Cristiane Cardoso diz que a solução é, por vezes, sufocá-la. “Faça de conta que você não precisa de cuidados extras. Valorize-se mais, não fique implorando para que as pessoas valorizem você. Acima de tudo, use a sua fé. As pessoas podem não lhe dar o valor que você merece, mas você certamente tem um valor enorme para Deus, que a conhece mais do que qualquer outra pessoa no mundo”, afirma.
Um relacionamento que se baseia no amor exige troca. Claro que sempre teremos que fazer concessões, mas elas devem ser produtivas para ambos. Nada de sofrer humilhações e pagar um preço desproporcional para manter a relação. Se você tem agido assim, será que não está na hora de fugir dessa dependência de atenção e começar a se valorizar primeiro?
Você é carente se...
  • Fala exageradamente ou pouquíssimo (desequilíbrio)
  • Faz drama
  • Fica emburrada
  • Fica de mal com alguém e não fala por dias
  • É muito preocupada com datas especiais que celebram a si mesma (aniversário, Dia dos Pais, Dia das Mães, etc.)
  • Se faz de vítima
  • Se martiriza
  • É complicado conviver com você
  • É difícil de entender
  • Vive se lamentando (negatividade)
  • Escolhe alguém para sugar as energias (como não tem muitos amigos, quando pega um, o aluga o tempo todo)
  • Fala mal dos outros, pois todos estão errados menos você










Esta dinâmica é feita nas Unidades da Fundação Casa de São Paulo, com a orientação dos técnicos da Fundação Casa e Obreiros da IURD.
Pastor Geraldo Vilhena (Coordenador de evangelização em Unidades da Fundação Casa de São Paulo)

UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA PERGUNTA:Qual a importância da Folha Universal nesta dinâmica?
Pastor Geraldo Vilhena responde: A Folha Universal é rica em diversas informações que edifica os jovens internos e famílias na parte espiritual e social.
UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA PERGUNTA: Por que edifica na área espiritual?
Pastor Geraldo Vilhena responde: Por que os jovens tem informações de varias mensagens dos Bispos e pastores e também aos testemunhos de transformação de vida

UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA O senhor tem observado mudanças?
Pastor Geraldo Vilhena responde: Sim                                                                depois da implantação deste projeto os jovens internos tiveram mais interesse pela leitura.  Tendo como conseqüência um grande crescimento espiritual e educacional  na vida dos jovens da Fundação Casa.

É usado como fonte a FOLHA UNIVERSAL.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

O segredo para se livrar dos traumas do passado

O segredo para se livrar dos traumas do passado

Aprenda como é possível reparar os danos causados pela decepção e voltar a acreditar no amor














Todos querem ser felizes em um relacionamento amoroso. Em alguns deles, porém, podemos perceber quanto é complicado conviver com uma pessoa que ainda carrega marcas do passado. Muitas vezes, ela demonstra insegurança, consequência de um amor repleto de medo. O receio de sofrer novamente ou passar por decepções faz com que muitos solteiros desacreditem que é possível construir uma família feliz. E assim sofre tanto quem ainda carrega mágoas como aquele que convive com a pessoa não curada.
Diana Fernandes Ribeiro, estudante de publicidade e propaganda, de 29 anos, viveu um grande trauma no último relacionamento. Ela namorava havia três anos e acreditava que iria casar e ser feliz com o parceiro. “Um dia, de forma inesperada, ele terminou comigo”, lembra a jovem.
A perda a fez se sentir completamente sozinha e ela passou a desacreditar no amor. “Foi uma tristeza muito grande. Senti como se o coração doesse de verdade. Foi uma dor física e na alma, uma dor inexplicável. Com isso, passei a ter receio das pessoas. Pensava que esse momento ruim poderia acontecer novamente, como se todas as pessoas fossem iguais”, conta Diana.
Por que traumas influenciam na crença a respeito do amor?
Segundo a psicóloga Alessandra Amorim, existem muitos fatores que levam as pessoas a desacreditar no amor. Eles podem ser internos ou externos. Os fatores internos podem estar ligados ao histórico familiar. “Essa pessoa pode ter desacreditado no amor pelo fato de que o que ela vivenciou dentro do próprio lar não se configurava como um relacionamento amoroso, mas de brigas, rejeição, desafeto e críticas constantes, entre outros”, explica.
Já os fatores externos são mais comuns, pois se trata da experiência vivida de forma real pela própria pessoa. “Aqui, ela não é espectadora, mas a protagonista da história, o que reforça ainda mais sua crença de que o amor não existe. Nesse caso, a pessoa começa a acreditar que nenhum relacionamento dará certo, porque ‘aquele’ não deu. Ou que sempre será enganada, já que os outros a enganaram”, completa Alessandra. A lista de motivos é imensa.
“Ah, mas as pessoas boas já estão casadas”
Segundo Renato Cardoso, palestrante e apresentador, a afirmação acima é comum entre muitos solteiros e existe uma explicação para ela. “Elas têm dificuldade de acreditar e de confiar. Com tantas decepções, traições, divórcios e safadeza que temos visto por aí, nossa primeira reação é desconfiar de quem não conhecemos”, explica em seu blog (renatocardoso.com/blog/).
De acordo com a mais recente Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2013, divulgada pelo IBGE, o Brasil tinha no ano passado 77 milhões de solteiros, 2,7 milhões a mais do que no ano anterior. “Claramente, o problema dos solteiros não é a falta de pessoas. O problema é a falta de fé nas pessoas”, diz o apresentador.
O amor perfeito existe
Em palestra recente, Renato e Cristiane Cardoso explicaram a diferença entre o amor com medo e o amor com fé. O primeiro é inseguro, ciumento e medroso; o segundo é aquele que não enxerga apenas o que os olhos veem, mas o que a fé diz. Eles afirmaram que é a escolha entre duvidar e acreditar que determina o futuro da vida amorosa.
Diana percebeu isso e, com o tempo, deixou o medo de lado. “Foi exatamente pela fé que superei o trauma. Comecei a frequentar a ‘Terapia do Amor’. Ao ouvir e colocar em prática tudo o que era ensinado, passei a encarar os meus receios”, diz. Hoje, ela encontrou um novo amor e pretende se casar. “Namoro há um ano e quatro meses, vamos noivar em novembro e já estamos planejando nosso casamento. Nos completamos”, afirma, orgulhosa.
Acredite: é possível ser feliz
Quando uma pessoa não está curada emocionalmente, ela sempre achará uma forma de justificar o seu medo e sempre visualizará a condição do outro como sendo melhor do que a dela. Dessa forma, a tendência é só piorar a situação. Para resolver o problema, é preciso encará-lo e isso não acontece com o uso de justificativas.
Para se livrar do pessimismo amoroso é necessário agir e pensar de maneira diferente da que se adotou até então. Renato Cardoso afirma que é preciso conhecer a outra pessoa e a si mesma. “Solteiros que querem superar a solidão e encontrar alguém digno para uma vida a dois devem saber que seu maior inimigo é a falta de confiança. Devem investir em conhecer bem os possíveis candidatos e também se tornar pessoas dignas de confiança”, finaliza.
Aprenda a abandonar o medo e encontre o amor verdadeiro
Entenda o que aconteceu no passado – Sugiro que você entenda o seu passado, por meio de uma avaliação do que ocorreu. O que vale é que você entenda que coisas do passado precisam estar lá, ou seja, no passado. E, se houver falta de perdão, mágoa, ira ou qualquer outro sentimento, o melhor é assumir e tomar uma decisão em relação a isso. Liberte-se.
Perdoe o ex-parceiro e a si mesma – Perdoar é uma decisão, principalmente quando o trauma ocorreu por causa de traição ou abandono. Então, é melhor decidir pelo perdão e se libertar de qualquer consequência decorrente da mágoa.
Dê um tempo para você mesma – Num hospital, às vezes, aparece um sinal alertando que “não é permitido visitas”. No seu processo de cura também precisa ser assim. Esse tempo é essencial para avaliar o relacionamento de outro ponto de vista. Sempre há o que melhorar e uma pausa no decorrer do caminho nos faz pensar. Depois é só seguir em frente.
Acredite em você – É comum pensarmos que nada mais dará certo, quando estamos em uma situação de fracasso. Mas é preciso dar a volta por cima e acreditar em nós mesmos.
Acredite no amor! – Se alguém não valorizou o amor, isso não desvalorizará o amor. Se as pessoas não retribuírem o amor, nada mudará para quem deu e vivenciou o amor. Lembre-se sempre de que ninguém perde por dar amor, mas perde quem não sabe receber. Acredite no amor: ele levará você sempre mais perto de quem também acredita nele.
O amor supera tudo, inclusive os traumas do passado!

UNIVERSAL comemora aniversário da unidade da Fundação CASA Fênix.

E dia de festa! Parabéns


Comprovadamente sete e o número da perfeição, pois foi neste período que Deus criou o mundo é tudo que nele há, e a Fundação Casa Fênix completou 07 anos na última segunda-feira 06/10 com a gestão da Sra. Rosana.  


O evento teve a abertura com uma mensagem de fé e esperança do Pr. Geraldo, que engajou um bate papo com a ex-sensitiva  Marta Alves falando sobre sua história de vida, que teve momentos difíceis por conta da escolha de se entregar a espíritos malignos e fazer rituais para prejudicar outras pessoas.
Marta relatou que fazia tudo pois tinha a esperança de receber o poder que tanto prometiam, que teria uma vida próspera e feliz.   Mas nada disse aconteceu ao contrário somente sofrimento e dor.  Várias perguntas foram feitas pelos garotos pois muitos deles também já passaram por esta experiência. 
Porém Pr. Geraldo explicou sobre a importância de ter uma aliança com Deus par que tenham o livramento do mal e direção par fazer as melhores escolhas.

 Fez uma oração para libertação de todos os vícios e para que o Espírito Santo guardasse a cada um.


Em seguida a primeira tecladista e cantora da Igreja Universal do Reino de Deus  Cristina Miranda alegrou ainda mas a manhã com suas canções.

Enfim, saímos daquela unidade com a sensação de dever cumprido e que nosso carinho e afeto ficou na memória dos garotos e respectivos familiares.

Marta Alves