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quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Você toparia usar uma coleira?

Você toparia usar uma coleira?

Na Austrália, dezenas de mulheres aceitam servir de objeto sexual para um milionário que faz questão de expor a própria intimidade na internet


Mulheres seminuas, festas luxuosas e carros importados. Com esse tipo de imagens, o milionário Travers Beyton se tornou famoso na internet. Em sua conta no Instagram, ele posta fotos polêmicas do dia a dia em sua mansão na Austrália. Cenas de humilhação são frequentes.
Em uma das imagens, o corpo de uma mulher serve de bandeja para alimentos. Há ainda uma foto em que duas mulheres aparecem sendo conduzidas de quatro por uma espécie de coleira, como se fossem cadelas.
O magnata, que prefere ser chamado de “Candyman”, tem recebido muitas críticas pelo comportamento controverso. Entretanto, as imagens abusivas levantam outros questionamentos. O que leva essas mulheres a aceitar serem tratadas como meros objetos sexuais? 
Autoestima em baixa
A autodesvalorização é uma das respostas para a pergunta acima. Mulheres que não reconhecem o próprio valor estão mais propensas a se submeter a situações degradantes. “O glamour do estilo de vida da mansão com certeza ilude a muitas, que talvez nem percebam o quanto são desrespeitadas ao participarem dessas fotos”, opina a consultora de etiqueta e blogueira Marelis Brum.
A escritora e apresentadora Cristiane Cardoso explica que algumas mulheres se desvalorizam porque deixam seu padrão de exigência no mais baixo nível. “Diante de qualquer insistência ou pedido que aparentemente ‘não vai fazer mal a ninguém’, a mulher rapidamente cede. Os princípios saem pela janela e sabe quem ‘paga o pato’? O seu corpo, que começa a ser utilitário para outros!”, escreveu Cristiane em seu blog. Ao lado do marido, Renato Cardoso, ela comanda o programa The Love School – A Escola do Amor, da Rede Record.
E você?
Engana-se quem pensa que a auto desvalorização se limita apenas às mulheres que topam servir de objeto sexual. Namoradas e esposas que aceitam grosserias, agressões e abusos dos companheiros provavelmente também sofrem de falta de amor-próprio, assim como as que usam o próprio corpo como chamariz para pretendentes.
Mas, afinal, como reverter esse tipo de situação? Cristiane Cardoso sugere que a mulher estabeleça e respeite alguns princípios. “Quem mantém essas regras funcionando somos nós mesmas por meio dos limites. Até dentro do casamento tem de haver limites”, afirma.
Marelis diz que o primeiro passo é “aprender a amar quem você é, do jeito que você é”: “Reconheça suas qualidades, sua inteligência, sua beleza única, seu grande potencial para ser feliz. Mesmo que ninguém te ame ou se importe com você, o Senhor Jesus deu a vida por você, sinal de que você é muito importante, não é mesmo? Aceite esse valor que Ele te dá e jamais aceite ser tratada por menos”, ensina.



A UNIVERSAL diz, que os problemas dos internos da Fundação CASA é espiritual.




Na tarde de deste último domingo data que nos lembra o ataque terrorista nos Estados Unidos, o grupo do Presídio junto com a equipe de teatro da Força Jovem, estiveram na Fundação Casa de Ribeirão Preto, especificamente na Casa Rio Pardo, modulos 1 e 2.



Foi apresentada a peça intitulada “Um grito de socorro”, que foi assistida por todos os internos e inclusive por todos os funcionários presentes, que foi muito aplaudida por todos. A peça revela as lutas de uma jovem em permanecer na presença de Deus que, mediante aos estímulos que o mundo oferece, se afasta e encontra grande dificuldade para retornar.
Esteve presente também o ex-pagodeiro Davi Daniel (Grupo Sorriso Negro e Inspira Samba) que animou a todos com suas canções inspiradas por Deus.




Já o ex-traficante e ex-presidiário e hoje Obreiro Marcio Donizete, relatou seu testemunho de transformação de vida e mostrou que a vida do crime não traz benefício a ninguém e que Jesus pode dar uma oportunidade de transformação de vida para todos aqueles que se voltarem a ele.





Por essa palavra que nos colocamos a disposição do Espírito Santo e não medimos esforços para ajudar aqueles que precisam de ajuda”.
Estiveram presentes também Pr. Jonas Morais, Pr. Saulo Rodrigues, Pr. Vanderlei Jangrossi e a equipe de evangelização dos presídios de Ribeirão.



No final foi distribuido Picolé a todos para refrescar a tarde de Domingo, onde todos através desse trabalho, puderam ter um momento de paz e esperança de uma vida melhor.



Agradecemos a Direção da Fundação Casa Através do seu Diretor Dr. Roberto Carlos Damásio, pela liberação dos trabalhos realizados nesta entidade no qual tem contribuido para que todos tenham uma oportunidade de uma nova vida na presença de Deus.
Textoe fotos: Vanderlei Jangrossi




Que o Senhor Jesus abençoe todos os Funcionarios, internos e famílias

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Você sabe o que é “prostituição”?

Você sabe o que é “prostituição”?

Conheça a história de quem passou por isso e saiba como é possível se reerguer

 
 Mais de 40 milhões de pessoas no mundo inteiro estão “vendendo” o próprio corpo por dinheiro. Esse é o número que a fundação francesa Scelles, que luta contra a exploração sexual, publicou recentemente. A maior parte dessas pessoas (73%) é formada por mulheres com idade entre 13 e 25 anos.
Ao contrário do que o cinema se empenha em mostrar com filmes como “Uma Linda Mulher”, por exemplo, a prostituição não é uma vida de luxo. O mesmo estudo da Scelles afirma que 90% das pessoas que se prostituem estão ligadas a cafetões, que exploram ainda mais quem “vende” o corpo, agindo como uma espécie de empresário.
Brenda Myers-Powell conhece de perto a violência desse mundo. Tendo sido prostituta durante 25 anos, chegou a levar cinco tiros, 13 facadas e a ser arrastada por seis quarteirões presa do lado de fora de um carro.
“Cafetões são ótimos torturadores e manipuladores. Alguns lhe acordam no meio da noite com uma arma na cabeça. Outros fingem que você tem algum valor para eles. Mas é claro que a parte boa nunca chega”, afirma ela.
Órfã de mãe desde os 6 meses de idade e sem conhecer o pai, Brenda cresceu com a avó, que trabalhava fora. Sabendo disso, molestadores se aproveitavam da menina. Aos 14 anos ela largou a escola e, para ajudar em casa, prostituiu-se pela primeira vez.
“Chorei o tempo todo, mas aguentei. Não gostei, mas os cinco homens com quem saí naquela noite me mostraram o que fazer.” Brenda conseguiu um bom dinheiro nas duas primeiras vezes, mas, na terceira, foi sequestrada por cafetões. Foi estuprada, torturada (mental e fisicamente) e obrigada a trabalhar para eles. Viu muitas colegas e amigas serem mortas por clientes e traficantes humanos.
“É só uma prostituta”
A vida de Brenda só mudou após o episódio em que foi arrastada pela rua presa a um carro. Ela foi parar no hospital sem pele de um dos lados do corpo e do rosto.
“Fui para o hospital e, na emergência, chamaram um policial. Ouvi ele dizendo: 'Ah, eu conheço ela. É só uma prostituta. Ela provavelmente pegou o dinheiro de alguém, então ela mereceu.' Eu ouvi as enfermeiras rindo e me deixaram na sala de espera, como se eu não valesse nada”, conta. “E foi naquele momento que comecei a pensar em tudo que havia acontecido na minha vida. Lembro-me de olhar para cima e dizer para Deus: 'Essas pessoas não se importam comigo. Você pode, por favor, me ajudar?'”
Deus a ajudou rápido, conforme conta. Um médico apareceu naquele momento, cuidou dela e a encaminhou para uma instituição onde foi cuidada e pôde se recuperar. Anos depois, ela criou uma ONG que ajuda meninas na mesma situação.
Uma “Brenda” brasileira
A situação de Brenda repete-se entre quase todas as prostitutas, como foi o caso de Roberta (vamos citar somente o primeiro nome dela), por exemplo. Ela também teve um lar desestruturado quando criança e, na adolescência, passou a se prostituir.
Roberta teve um filho aos 16 anos de idade e precisava de dinheiro para cuidar da criança. “Falam que é dinheiro fácil, mas ele não é fácil, é rápido”, conta ela. “Você ganha socos, chutes, tem que limpar as sujeiras do cliente, sofre ameaças de morte... Muitas meninas morreram e só faltava eu.”
Tudo mudou quando, doente, ela foi ao hospital, onde ouviu a médica dizendo que a morte dela havia chegado. “Ali eu pedi: ‘Deus, me dá mais uma chance.’”
O filho dela, Thiago, já adolescente, frequentava a Universal e tentava convencê-la a assistir uma reunião. Entretanto, apanhava da mãe até sangrar. Mesmo quando Roberta ia até a uma reunião da Universal, não acreditava que podia sair daquela vida. Até o dia em que se entregou verdadeiramente a Deus.
“Aí tudo mudou”, comemora. “Hoje eu sou uma grande mulher de Deus, pela misericórdia dEle. Eu tenho paz e não bato mais no meu filho. Tenho o Espírito Santo em primeiro lugar.” Roberta foi batizada e é voluntária da Igreja.




Quando estes jovens tomam esta atitude, o inferno todo fica com ódio (veja)

Em uma domingo especial na Fundação Casa (antiga FEBEM) internos tomaram uma importante decisão (o Batismo nas Àguas).

Foi uma domingo especial na Fundação Casa (antiga FEBEM) internos tomaram uma importante decisão.
Pastor Geraldo Vilhena (responsável pelo trabalho evangelístico nas unidades da Fundação Casa do Estado de São Paulo) efetuou o batismo, e esclareceu aos internos: o arrependimento é necessário para a remissão de pecados(Lucas 24.47).Mas não há arrependimento sem o sacrifício de abandono ao pecado.Logo, não há salvação sem o sacrifício de negar-se a si mesmo os prazeres da carne. Sincero e verdadeiro arrependimento impõe ódio e abandono ao pecado.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Chinês descobre que filha, de apenas 13 anos, estava se prostituindo

Chinês descobre que filha, de apenas 13 anos, estava se prostituindo

Veja qual foi a reação dele e saiba como se prevenir dos males que a assolam famílias em todo o mundo

 
 Já imaginou um pai descobrir que a própria filha, de apenas 13 anos, está se prostituindo? Foi o que aconteceu, recentemente, na China. O pai ficou chocado ao tomar conhecimento de que a menina fora atraída para a prostituição nas ruas de Shenzhen, uma das maiores e mais importantes cidades do país, situada na província de Guangdong, ao norte de Hong Kong.
Ele ficou sabendo do fato depois de conectar a conta de mensagens instantâneas da filha e ler uma conversa da garota. O conteúdo era comprometedor, o que gerou desconfiança nele. O homem contou à imprensa que a garota andava irritada nos últimos tempos e que começara a sair com frequência e a chegar tarde em casa.
Mesmo atordoado com a história, ao ter certeza de que a menina estava se prostituindo, o pai se passou por ela em uma conversa pela internet e marcou um encontro em um hotel com um “cliente”. Levou a polícia, que prendeu, além do tal “cliente”, o chefe da rede em que a filha estava inserida.
E se fosse você, o que faria ao descobrir que a sua filha estava se prostituindo? O que está faltando nas famílias de hoje que, muitas vezes, mal conhecem os próprios filhos, não têm conhecimento do que eles fazem fora de casa ou mesmo dentro da própria casa, no ambiente virtual?
Palestra Pais e Filhos
Aos domingos, às 18 horas, no Templo de Salomão, na capital paulista, o casal de apresentadores e escritores Renato Cristiane Carodoso tem realizado uma reunião especialmente voltada aos pais e filhos.
Se você, pai ou mãe, está passando por problemas em casa e enfrentado brigas com os filhos, essa reunião será muito importante para você e eles. Participe. O Templo de Salomão fica na Avenida Celso Garcia, 605, no bairro do Brás.



O que as mulheres de fé fazem fora do Templo de Salomão?


O encontro com as internas 
da Fundação Casa Parada de 
Taipas começou com 
Sra Rosana presidente da Associação 
de Mulheres Cristãs (AMC)
 agradecendo a todos 
os participantes, a mensagem que 
foi entregue para as 60 meninas 
foram: 31 promessas da Palavra 
de Deus para cada dia do mês 
de dezembro. Com fé, afirma que 
Deus vai está fortalecendo e 
ajudando no caminhar.

Deus faz infinitamente além do 
que pedimos, nada impede o 
Seu realizar, e algo especial 
vai acontecer, ora e agradece pela 
vida de todos.
O espaço da quadra ficou lindo 
para receber as internas e a 
especial participação da Cantora 
Jamile que abrilhantou, 
acompanhados com o Sr. Elson e 
Sra. Maria seus pais juntos curtindo 
a alegria das meninas que soltou a 
voz com o repertório 
conhecido saudavelmente apreciado
 e alegre.

Todas as mesas ocupadas com 
as internas e voluntárias da AMC, 
dando atenção e deixando o carinho 
de irmã e mãe que muitas vezes 
por estarem longe não as veem 
nas visitas frequentes.
Todo ano a AMC acompanha o 
trabalho da Fundação Parada de 
Taipas deixando mensagens de ânimo 
e esperança, acreditando na 
mudança das meninas e 
na oportunidade de 
crescimento. Fazendo tudo com 
muito carinho e detalhe, cores 
vibrantes embeleza o cenário, 
fazendo do espaço um lugar familiar.

Cada voluntaria oferece 
sua participação, desde as 
mais talentosas quanto as 
criativas unindo esforços para 
beneficio de cada evento da AMC.
Jamile muito simpática participou 
em cada mesa, conversando e 
passando experiência como jovem 
que toda oportunidade se 
pode aproveitar para o bem.

Foi servido varios doce,salgados 
e refrigerantes nas mesas apropriadas
 e ornamentadas festivamente.
Presenteadas com cartas escritas a 
mão com mensagem de fé enviada 
por varias amigas que 
indiretamente contribuem com a 
AMC e voluntarias.


Outros mimos para ficar de lembrança 
e marcar cada momento. Ainda 
vivendo em regime fechado 
a oportunidade chega e bate a 
porta, afinal todo sofrimento tem fim 
e a chance de um novo recomeço trás 
a luz, quem aceita a melhor parte 
não fica escrava do mal.



Que o Senhor Jesus abençoe as mulheres de fé.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Aos 12 anos, comecei a fumar, beber e me prostituir.





O sofrimento na minha vida começou na minha infância. Desde os 10 anos de idade sofria de insônia e delírio de perseguição; era uma pessoa bipolar. Além disso, nessa idade, comecei a roubar – primeiro na minha casa, depois fora. Isso se transformou num vício para mim. Cheguei a roubar grandes quantias de dinheiro. Era uma jovem agressiva. Com apenas 10 anos de idade, já me sentia atraída por homens mais velhos.
Aos 12 anos, comecei a fumar, beber e me prostituir. Além disso, incitava minhas amigas a fazer programas também. Me envolvi com a bruxaria, sentia o desejo de acabar com a minha família e tinha altares e santuários para a morte. A agressão aos demais aumentava a cada dia. Agredia meus irmãos e a mim mesma; me causava ferimentos e tentei me suicidar em três ocasiões. Realizava rituais e pactos de sangue para ver os meus pais sofrerem.
Tinha também problemas espirituais: ouvia vozes e sentia que uma pessoa morta subia em mim. Desejava me matar, mas queria morrer de um jeito cruel. Para conseguir, cruzava as ruas ou tentava alguma outra forma. Saí de casa por vários meses e me rebelei contra tudo e todos. Na escola, eu brigava, agredia as jovens e procurava provocar pânico nos demais. Eu acreditava que o respeito se ganhava com o medo.
Foi quando a minha mãe me levou à Universal. Entrei planejando como matar o pastor ou os obreiros. Me convidaram para participar do Força Jovem e eu fui, mas com a intenção de desintegrar o grupo, mas não consegui. Quanto mais os atacava, mais eles me ajudavam e me mostravam que a minha vida poderia ser diferente. Até que um dia tomei a decisão e entreguei a minha vida ao Senhor Jesus. Então me libertei completamente e meus pensamentos mudaram. As pessoas que me conheceram antes, agora não me reconhecem.
Amo a minha família, sou uma jovem feliz. Já não sofro com problemas espirituais e, nesta Fogueira Santa, Deus respondeu a minha petição: fui selada pelo Espírito Santo.
Janeth - México
Veja como eu sou agora...








Manhã de muita alegria na US Penha (Fundação Casa), foi realizado pelos voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus um evento para comemoração dos DIA DAS MÃES. O Pr. Geraldo Vilhena fez uma oração por todos e enfatizou a importância da comunhão com Deus para obterem sucesso e felicidade. Na ocasião o Grupo Dose Mais Forte realizou palestra de Prevenção em Drogas com o depoimento de um ex dependente químico. A cantora Joyce também teve sua participação com canções que fazem bem ao coração.Entregamos presentes, livros, jornais para as mães dos internos. Também foi entregue presentes e cartas confeccionadas pelos internos para suas respectivas mães.Para finalizar uma supresa, almoço com todos os pais, internos, funcionários, direção e voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus. Foi uma dia agradável e com certeza ficará nas lembranças de todas as mães.