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quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

Como a pornografia prejudica a vida das mulheres

    Como a pornografia prejudica a vida das mulheres

Saiba como proteger o seu casamento dos conteúdos eróticos e aprenda como se livrar do vício



Curiosidade, medo, insegurança, ilusão. Estes são alguns sentimentos que fazem com que muitas mulheres aceitem a pornografia em suas vidas, seja para consumo próprio, seja por influência do parceiro. A mídia divulga que assistir esse tipo de conteúdo é algo normal e que ele ajuda a apimentar a relação do casal. Essa informação é falsa, porque o que a pornografia traz para a vida dos casais se resume a uma única palavra: destruição.

Nos vídeos, mulheres e homens com corpos esculturais mostram cenas de prazer que envolvem orgias, pedofilia e fantasias. Os atores são pagos para interpretá-las e, na maioria dos casos, são pessoas depressivas e que gostariam de ter outra vida. Então, por trás da imagem que mostra o sexo fantasioso, existe muita solidão.
Para Bárbara Dalcanale Menêses, psicóloga, sexóloga e palestrante, é preciso entender que há muitos mitos em relação à sexualidade e um deles é de que o homem tem necessidade de acessar a pornografia. “Algumas esposas acham que consumir pornografia faz parte do universo masculino e que elas têm que se submeter a esta situação. Então, a mulher tenta aceitar e acaba se calando para não criar atritos no casamento”, explica Bárbara.
Além de prejudicar a relação entre o casal e fazer com que a esposa se sinta um objeto, Maristela V. Botari, psicóloga especialista em relacionamentos afetivos, cita outra situação que é muito comum. “As mulheres também procuram a pornografia para ‘ganhar mais experiência’, praticar a masturbação e, normalmente, acabam se frustrando”, ressalta.
Quando a curiosidade prejudica
De acordo com dados divulgados por sites pornográficos, o Brasil é o País no qual mais mulheres acessam esse tipo de material. Enquanto em todo o mundo 22% dos consumidores são mulheres, aqui elas já representam quase 30%.
A empresária Daniela de Jesus Santos, de 36 anos, fez parte dessa estatística. Ela conta que por se sentir desvalorizada no casamento buscou assistir aos vídeos para chamar atenção do companheiro. “Assistia filmes eróticos na internet porque queria encontrar soluções para o relacionamento. Cheguei a comprar objetos em lojas de produtos eróticos. Tentava ser igual uma prostituta somente para agradá-lo”, afirma.
O parceiro dela também assistia e, para satisfazê-lo, Daniela o acompanhava. “Mas nada adiantava. Nossa relação só esfriava e achava que se não fizesse aquilo ele me trocaria por outra. Cheguei a tentar o suicídio duas vezes”, diz a empresária.
Mas, quanto mais assistia, mais depressiva ficava. “Cheguei ao ponto de ficar horas em frente ao computador, só pensava nas cenas. Sabia que aquilo era errado e decidi fazer o certo”, diz.
Ela diz que mudar não foi fácil. Ela queria parar de fazer uso dos conteúdos eróticos, mas o parceiro não quis abrir mão da pornografia. Assim, firme em sua decisão, Daniela resolveu terminar o casamento. “Joguei fora tudo que me ligava à pornografia. Deixei as velhas amizades, roupas, os lugares e passei a exercitar minha mente a ser diferente. Hoje estou feliz, em paz e tenho a consciência tranquila sem nada do que me acusar”, completa a jovem.
E o que fazer se o marido tem essa compulsão?
A cabeleireira Crislaine Oliveira (Foto ao lado), de 26 anos, descobriu os constantes acessos do marido no início do casamento. “Brigávamos muito por conta disso. Ele dizia que era normal, que eu tinha que aceitar e, com isso, perdi a autoestima. Ia dormir chorando quase todos os dias, pois sabia que ele ficava vendo aqueles vídeos madrugada afora”, lamenta.

Ambos sabiam que aquela prática era errada, mas, mesmo assim, não sabiam o que fazer para resolver o problema. “Meu esposo, Paulo, no fundo sabia que era prejudicial, porém as nossas brigas não o motivavam a parar. Até que eu tomei a decisão de aos poucos mudar as atitudes e parar de cobrá-lo”, revela.
Ela deixou de questioná-lo e, quando percebia que ele estava assistindo pornografia, sentava e conversava com calma sobre o que pensava daquela atitude. “Mostrei para ele que aquilo me fazia muito mal. Não foi da noite para o dia que ele conseguiu mudar, mas, depois da minha mudança, ele decidiu lutar para se libertar daquele vício”, diz.
Eles decidiram continuar casados e hoje descobriram a importância do amor inteligente para a saúde da relação. “Tanto o esposo quanto a esposa precisam sentir segurança um no outro e a pornografia é algo que só destrói. O Paulo não acessa mais e aprendemos a nos unir para enfrentar os problemas e construir um casamento feliz”, conclui.
Uma relação saudável e sem pornografia
Nanda Bezerra, escritora e palestrante, esclarece que hoje em dia com a facilidade de acesso à internet as pessoas consomem facilmente esse tipo de material que prejudica tantas famílias e, por isso, para ela, a mulher não deve aceitar a pornografia em nenhuma situação.
“É algo que leva você para o vício, para um abismo sem fim. Se você quer ter experiência, não assista, não se envolva com isso. Mas, se você já está viciada em consumir, se revolte e decida hoje mesmo parar. Corte o que está enfraquecendo você, seja radical”, aconselha.
Agora, quando é o parceiro quem persiste no erro e se recusa a deixar o vício, o diálogo é sempre o primeiro passo para ajudá-lo. Jamais aceite o errado por medo de perdê-lo.
Por que as mulheres consomem pornografia? 
Timidez
As mulheres encontram dificuldade de se expressar sexualmente, de conversar sobre sexo e sexualidade.
Inovação
Muitas vezes, elas buscam a pornografia para descobrir novas formas de dar prazer
ao homem, como poder variar posições, imaginando que todos os homens se estimulam dessa forma.
Curiosidade
Há jovens que têm o desejo de saber como é o sexo e buscam por meio de sites e vídeos algo que tire suas dúvidas.
Comparação
Muitas querem comparar o desempenho do ator ao de seu parceiro e acham que os vídeos podem ser uma forma de aumentar sua excitação.



O que as deboras da  UNIVERSAL fazem fora do Templo de Salomão na Fundação CASA.






 Grupo Débora é um grupo de esposas de bispos e pastores da Igreja Universal do Reino de Deus, que se unem para somar esforços, e aumentar ações solidarias, com o objetivo de ajudar o próximo, apoiam e incentivam instituições que prestam serviços à sociedade.


                         Bem cedinho nesta última terça-feira, uma equipe de fé esteve presente, na Fundação Casa Mooca ,Chiquinha Gonzaga, essa equipe composta por esposas de bispos e pastores da IURD, que tem por objetivo levar alento aos mais necessitados,  e o evento foi visto em todos os detalhes,dos arranjos da decoração, e todos os quitutes servidos neste dia.












 Dona Silvania Costa, deu início ao evento e disse: "todas nós temos uma história de vida. cada uma de nós temos um passado. Se a noite você conversa com seu travesseiro e pensa que não tem mais jeito, nós queremos somar alguma coisa na vida de vocês , Deus deu para cada uma de nós uma nova chance, e quer dar para vocês também, basta você querer, " 



quem esteve presente no  evento foi o   pastor Geraldo Vilhena coordenador Estadual de evangelização em unidades da Fundação Casa de São Paulo, fez uma oração especial pela libertação das adolescentes e deu uma palavra sobre libertação das drogas disse: ele “O maior problema  que hoje a sociedade enfrenta são com as drogas,  e somente com a ajuda de de Deus é que se pode ter a libertação a pessoa tem que usar uma fé inteligente, se as drogas tem sido o seu problema maior, então recorra para o Senhor Jesus uma atitude pode  mudar sua vida.”

Dando continuidade ao evento foi a vez da palestra, com o auxilio do Bloco de Ajuda aos Dependentes Químicos  quem começou o debate foi Robson ex-usuário de drogas disse ele: “ Comecei cedo no mundo das drogas achando que ia usar socialmente, com o passar do tempo  fiquei um dependente químico. Pastor Geraldo pergunta: Com quantos anos você começou no mundo do crime?  Robson: com 13 anos no tempo de escola fiquei curioso e fiquei também um dependente.   
O mundo das drogas ele te da aparentemente, mais depois vem o resultado  de uma plantação, com o passar do tempo se perde totalmente a dignidade. Pastor Geraldo pergunta? Qual foi a maior dificuldade que você teve para largar as drogas?  Ele responde: As amizades quando se ta na pior ninguém te procura, mais a primeira coisa se você sair daqui, eles vão aparecer no seu portãoPastor Geraldo diz: o que vocês adolescentes fizeram não chega nem aos pés do que este palestrante fez, a saída, é o querer de cada uma de vocês hoje você está aqui, é o melhor que o governo pode dar, mais falta nas suas vida o principal, que é ter um encontro com Deus, porque o problema maior é o espiritual, é somente com a ajuda de Deus é que vocês terão uma saída finalizou ele.


 . Entre as atividades apresentadas, teve uma linda peça teatral, que conta a história de um empresário que não tinha tempo para a família, somente para o trabalho e der repente se depara com a morte, e ele vê que não adiantou juntar tanto dinheiro.
 A festa ficou animada com a distribuição de muito bolo com refrigerante, as meninas dançaram ao som de uma linda apresentação musical apresentada pela Ana Paula, que com uma coreografia toda especial tocou no coração de cada uma das meninas. Funcionários da casa agradeceram a presença de todos os integrantes da IURD, são momentos assim que vale a pena fazer o bem, sem receber nada  em  troca a maior recompensa e ver as adolescentes sendo libertas e transformadas, e  no futuro também poderem dar o seu testemunho.                              




Que o Senhor Jesus abençoe a todos.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Gosta de ver pornografia. Como posso mudar isso?

Meu marido é evangélico, mas gosta de ver pornografia. Como posso mudar isso?

Confira os conselhos que Renato e Cristiane Cardoso deram à aluna


Na edição desta semana, os professores Renato e Cristiane Cardoso responderam à pergunta da aluna Suelen. Ela enfrenta problemas com o companheiro, que é viciado em pornografia. Ele diz que vai parar, mas não cumpre o que promete e, por conta disso, ela não consegue ter intimidade com ele. O que ela deve fazer? Confira a orientação a seguir.
Suelen – Sou casada há sete anos. Tenho 27 anos e meu esposo tem 30 anos. Somos evangélicos, nos casamos e ainda frequentamos a mesma igreja, mas ele é viciado em pornografia e sempre assiste muitos vídeos. Já conversamos e ele sempre diz que vai parar, mas volta a assistir novamente pela internet, TV e até aluga DVDs. Eu já não aguento mais isso, estou muito triste e não consigo mais ter intimidade com ele porque sempre acho que estará pensando nas coisas que assistiu.
Cristiane – Não me parece que seu marido queira parar de ver pornografia, porque ele chega até a alugar DVDs.
Renato – Isso mostra também que o caso dele é sério. Já não é mais um ato recreativo, é uma compulsão sexual, porque ele vê na TV, na internet e aluga DVDs. E isso é o que ela sabe, fora o que não sabe.
Cristiane – E ele está se comportando assim há sete anos, quer dizer que ele não teve nenhuma consequência ruim desse ato, a não ser ela ter brigado com ele e ficado triste. Mas o que ele perdeu com isso? Nada, praticamente. Vocês continuam casados e evangélicos.
Renato – Que isso fique registrado para todos os homens que acham que a pornografia ajuda a apimentar a vida amorosa. Vejam o que essa esposa sente em relação ao marido. Ela diz que não consegue mais ter relação com ele, fica triste porque sempre acha que ele está pensando no que assistiu. Homens, abram suas cabeças, usem a cabeça de cima para pensar: você gostaria que sua esposa, quando se deitasse com você, pensasse em outro homem tendo sexo com ela? Eu não conheço nenhum homem que gostaria, a não ser que seja maluco. Mas é a isso que você, homem que vê pornografia, sujeita a sua esposa, tanto que, em vez dela ficar mais ligada em você, mais excitada durante a relação, ela fica com nojo. Logo, essa tese de que a pornografia apimenta a vida sexual do casal não funciona. Mulher nenhuma gosta de saber que não é suficiente para o marido, assim como o homem também não gostaria de saber que ele não é suficiente para a mulher. Vejam que isso não faz bem para o casamento, é algo altamente egoísta. A pornografia é para quem quer fazer amor consigo mesmo. Por isso que toda pessoa que a consome também é viciada em masturbação. Ela tem que se satisfazer com as próprias mãos, porque normalmente não vai encontrar um parceiro que aceite isso. Fica esse recado para os homens. E, Suelen, você diz que não aguenta mais, mas, se ele está assim e parece não querer ajuda, você tem que forçar a mudança dessa situação. Fale para ele que não aceita mais isso e que, para o relacionamento não acabar, ele terá de buscar ajuda. Se ele estiver disposto, você também estará disposta a continuar com ele e ajudá-lo nessa trajetória até a total libertação desse vício. Você pode apoiá-lo, ser paciente enquanto vir que ele está se esforçando. Mas, se ele insistir nesse erro, você se retira
para não continuar sendo machucada.
Cristiane – Ou seja, você precisa levá-lo a fazer alguma coisa a respeito, em vez de continuar aceitando a desculpa que ele dá de que vai mudar. Ele já mostrou que não tem palavra. Você pode convidá-lo para participar da "Terapia do Amor", também temos um trabalho para a cura de vícios. Muitas pessoas até querem ser curadas do vício, mas não sabem como, porque já tentaram tratamentos e nada resolveu.
Renato – O vício é algo mais forte que você, por isso ele te controla. Se você quer se livrar de um vício, saia da ilusão de que está no controle, porque você não está. Seja o viciado em pornografia, seja em drogas ou em álcool, nenhum deles está no controle. Se algo está te dominando, você precisa de uma força maior para ajudá-lo a se libertar.

 

 

Próximo do templo de Salomão, jovens internos da Fundação CASA são batizados nas águas.


Jovens assistiram a reunião no Brás, se batizaram e conheceram as instalações do futuro Templo de Salomão

Por Cinthia Meibach









Internos da Fundação Casa são batizados



Jovens infratores que cumprem medidas sócio-educativas na Fundação Casa, no estado de São Paulo, recebem semanalmente o apoio espiritual dos voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus, que levam a eles mensagens de fé e de esperança. Durante os encontros, os internos são orientados, à luz da Bíblia, a manter um bom comportamento dentro e fora da Unidade de Internação. Os voluntários também proporcionam momentos de descontração com a apresentação de peças teatrais e de bandas musicais.
Neste último domingo, algo diferente aconteceu. O juiz responsável pelos internos da Unidade de Bela Vista, localizada na zona norte da capital paulista, liberou quatro jovens para participarem da “Reunião do Encontro com Deus”, na Igreja Universal do Reino de Deus, no bairro do Brás, sob os cuidados de funcionários e do diretor da Unidade, Marcelo José Pogolom.
Durante a reunião, os internos acompanharam com atenção os ensinamentos dados pelo responsável evangelístico da região, bispo Guaracy Santos, que enfatizou a importância de abandonar os maus costumes e começar uma vida longe do pecado. Tocados pelas mensagens de fé e pelas orações, os jovens decidiram se entregar a Deus por meio do batismo nas águas.
Um dos internos, J.M., de 16 anos, que já havia se batizado em outra ocasião, fez questão de relatar a mudança que aconteceu dentro dele, após o batismo nas águas: “Agora que estou batizado no nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, estou aliviado. Eu sinto que toda a maldade que havia dentro de mim saiu dando lugar a uma certeza de que Deus está comigo.”
Após a cerimônia, os adolescentes tomaram café da manhã e receberam mais orações do Coordenador Estadual de Evangelização na Fundação Casa, pastor Geraldo Vilhena. Para ele, poder acompanhar a transformação de vida de cada interno, é algo gratificante. “Procuramos levar aos internos o conforto espiritual, e por causa disso, muitos têm aceitado com interesse a Palavra de Deus e mudado de vida. Temos constatado o resultado do nosso trabalho quando estes decidem se batizar e, aqui fora, nos procuram, querendo dar continuidade ao que aprenderam enquanto reclusos", relata
Para finalizar a visita, os adolescentes foram levados pelo pastor Geraldo até ao local das futuras instalações do Templo de Salomão (foto acima), onde puderam ter a dimensão do novo templo que está por vir.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Quem é ele por trás do personagem?


Quem é ele por trás do personagem?
A prisão do ator Mark Salling, da série Glee, traz a reflexão sobre a imagem que os artistas transmitem pela mídia e quem eles são na intimidade. Entenda por que idolatrar uma celebridade pode ser prejudicial para a sua vida
Por Janaina Medeiros / Fotos: Reuters e Mídia FJU Jundiaí

 

Ao ligar a TV é fácil ver o artista que você admira cercado de pessoas importantes, usando as melhores roupas e levando uma vida bem-sucedida. Você navega na internet e vê fotos dele em lugares lindos e pilotando carros luxuosos, ostentando poder e liberdade e propagando uma mensagem que arrasta uma legião de fãs. É tanto glamour exibido pelo tal popstar que às vezes dá até vontade de ser como ele, não é mesmo?

No entanto, você já parou para pensar como esse artista é quando está longe dos holofotes? Qual é o comportamento dele em casa, com a família, no trabalho, na rua?

Há quem diga que um fã verdadeiro sabe tudo sobre seu ídolo, mas não é bem assim. Na intimidade, muitas celebridades agem de modo bem diferente da imagem que transmitem ao seu público. Se um cantor no palco ou em um programa de TV precisa representar para conquistar admiradores, o que dizer dos atores que cativam milhares de fãs?

Veja o que aconteceu com o ator Mark Salling, que interpretou o personagem Puck, na série norte-americana Glee. Nos últimos dias de 2015, ele foi preso por posse de pornografia infantil em sua residência em Los Angeles, nos Estados Unidos.

De acordo com o site americano TMZ, o primeiro a dar a notícia, o astro canadense mantinha em seu computador mais de mil fotos de crianças em cenas de sexo. Conforme o site, uma ex-namorada, que já havia acusado-o de abuso sexual em 2013, teria feito a denúncia.

Provavelmente, os fãs do ator foram pegos de surpresa quando souberam dessa notícia, como Carla Maldonado Fonseca, de 18 anos. “Sempre fui fã do Salling e pensava que ele era o ‘bom-moço’ que parecia ser na TV. Fiquei decepcionada. Ninguém pensa que um ator hollywoodiano pode ter atitudes erradas como essa, que no caso é um crime. Toda minha admiração por ele foi por água abaixo”, diz.

Atentos à influência

 

A psicanalista Rosa Prado Moreira explica que os meios de comunicação, principalmente a TV, ajudam os artistas a propagar uma imagem atrativa, fazendo com que os jovens os tenham como referência. “Diante desse cenário, milhares de fãs enxergam apenas as qualidades de seus ídolos. Mas, quando menos esperam, veem a celebridade em situações polêmicas. Quando o fã admira demais um artista nem percebe que esse astro também tem problemas na vida real. Então, se decepciona quando se certifica de que ele é um ser humano como outro qualquer e ainda que comete atitudes ilícitas”, informa.

Artistas envolvidos em polêmicas estão por todo canto. A atriz e cantora Miley Cyrus, que estrelou o seriado Hannah Montana, por exemplo, expõe seu corpo ao máximo em seus shows e, inclusive, já foi protagonista de diversos comportamentos obscenos. Ao mesmo tempo que deseja se desvincular da imagem de “mocinha” do início da carreira, Miley não quer que seus fãs estejam atentos à sua má conduta, como o fato de consumir drogas. Em abril do ano passado, a cantora tentou se disfarçar com uma boina e óculos escuros para não ser fotografada fumando um cigarro suspeito na varanda de um hotel em Miami. Mas a estratégia não deu certo.

Por causa desse mau comportamento, Miley foi considerada por pais britânicos como a pior influência para os jovens. Em uma pesquisa realizada no Reino Unido no ano passado, 78% deles revelaram que em circunstância alguma gostariam que seus filhos a tivessem como um modelo.

A psicopedagoga Jane Barreto afirma que maus exemplos sempre existirão em nossa sociedade. Por isso, cada jovem deve estar atento a quem seguir e ter como influência. “Estamos na era da normalidade, quando tendemos a nos conformar com tudo que vemos. Mas devemos entender que o que mostram que é normal nem sempre é natural e bom”, alerta.

Aonde isso pode parar

Você pode até pensar que não tem como referência um artista que se envolveu em escândalos e polêmicas, mas pode ser que você se identifique com alguma celebridade por causa da boa imagem que ela mantém na mídia, um ator ou uma atriz que atua muito bem, um cantor ou cantora de boa aparência ou ainda um jogador que faz muitos gols.

A psicanalista alerta que é preciso avaliar se os valores que esse famoso transmite por meio do seu trabalho são benéficos para a sua vida. “Será que você não está aplicando na sua rotina a letra de uma música inadequada só porque considera a cantora muito bonita? Ou está sendo rebelde apenas porque o seu ator preferido faz o mesmo como personagem de uma novela?”, indaga.

Se a admiração se tornar excessiva, sem perceber, você começará a reproduzir comportamentos sem nem ao menos refletir sobre o que eles podem acarretar para você no futuro.

Para a psicoterapeuta Eliana Barbosa, a baixa autoestima também leva muitos jovens a se espelharem em artistas e se prejudicarem, como o caso de meninas inconformadas com a própria imagem. “É grande o número de jovens com graves distúrbios alimentares ou que buscam cirurgia plástica sem necessidade só para se parecerem com as modelos ou artistas que idolatram”, aponta.

Além disso, deixar-se se influenciar pode deixar marcas bastante negativas. “O jovem torna-se solitário, antissocial, irritável e agressivo. A sua vida passa a ser em torno da tal celebridade, fazendo com que se desligue da realidade para viver com interesse apenas na vida do ídolo”, complementa a psicoterapeuta.

Real x imaginário

A psicopedagoga Jane explica que o jovem costuma se envolver com o que lhe é apresentado pela mídia quando está buscando sua identidade. Sendo assim, pode começar a imitar o modo de vestir, pensar e até de agir do artista que admira. “Na cabeça de um jovem, a distância entre fantasia e realidade é muito pequena. Ele se identifica com seu ídolo e, por causa dessa fantasia, acaba copiando-o”, avisa.

 


Fantasiar um mundo diferente da realidade foi o que fez Alcione Correa de Oliveira, de 19 anos, (foto ao lado) tornar-se uma fanática pelo cantor Justin Bieber, quando ele tinha fama de bom menino. “Fui uma das primeiras a entrar nos fãs-clubes dele aqui no Brasil. Na época, em 2007, ele era apenas um cantor teen, não o bad boy agressivo e polêmico que é hoje.”

A forma carinhosa com que ele tratava as fãs cativou Alcione a ponto de ela viver em função do cantor. “Eu tinha mais informação da vida dele do que da minha. Passei a ter tudo sobre ele, perdia horas
no computador”.

A admiração virou um problema. Quando o cantor veio ao Brasil, Alcione tentou fugir de casa para assistir ao show. Certa vez, ao saber que ele havia ido a uma casa de boliche, fez de tudo para conseguir ir ao local. Apesar da tentativa frustrada, a jovem se prejudicou. “Eu passava por cima de todos por causa do sentimento que nutria por ele. Ele era tudo para mim. Muitas vezes gastei todo o dinheiro da minha alimentação para comprar um pôster dele”, relata.

A obsessão pelo cantor só terminou quando a mãe dela impôs limites. “Ela jogou meus pôsteres fora e fez meus irmãos formatarem meu computador. Perdi tudo o que tinha: aproximadamente 15 mil fotos e todas as músicas”, se recorda.
É verdade que o ambiente familiar é determinante para neutralizar as influências negativas das celebridades. A psicoterapeuta Eliana Barbosa diz que isso pode ocorrer mais facilmente quando os jovens não recebem orientação familiar sobre modelos de conduta e de caráter. “Os jovens ficam inclinados a buscar referências entre as celebridades quando os vínculos familiares são frágeis ou conflituosos. Isso acontece até inconscientemente, numa tentativa de agredir a própria família”, considera.

A importância de se conhecer

Atualmente, vivemos em uma sociedade que idolatra Hollywood, onde o bom é ruim e o ruim é bom: programas e séries que não valorizam a família, artistas com vários relacionamentos, cantores que tem atitudes ilícitas.

Como falamos aqui, a realidade deles é bem diferente quando ninguém os vê. Seres humanos erram, mas é preciso entender que nenhuma fraqueza ou erro de uma pessoa pode servir de referência. Foque na sua personalidade e descubra quem você é e do que gosta, independentemente do que os popstars fazem. “Quando você deixa de idolatrar um artista, começa a entender se vale a pena imitá-lo, rejeita o que é negativo e procura modelos melhores para você”, diz a psicanalista Rosa.

Não faça das celebridades nacionais e de Hollywood um guia de sua vida. Se você usar a sua inteligência agregada à fé, vai valorizar a si mesmo e ter a sua própria cultura, mesmo que o mundo a considere ultrapassada. 



Ex-interno da Fundação CASA procura a UNIVERSAL para se Batizar nas Águas.

 No projeto UNIVERSAL na Fundação CASA, os voluntários sempre após as reuniões semanais os jovens internos são orientados para tomar uma grande decisão que é o Batismo nas Águas.
 Alguns jovens quando são desinternados da Fundação CASA procuram uma UNIVERSAL próximo de sua casa e tomam esta atitude que aprenderam. 
 Neste caso um jovem procurou a UNIVERSAL do Brás, participou da reunião e após falou com o Pastor Rodrigo e o Obreiro Walter e pediu para se Batizar nas Águas.











A UNIVERSAL  liberta,cura e salva na Fundação CASA.