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sexta-feira, 9 de junho de 2017

Raabe do Pará recebe diploma "Maria da Penha"

Raabe do Pará recebe diploma "Maria da Penha"

Grupo é reconhecido na região pela atuação na promoção de prevenção e combate à violência doméstica e familiar contra as mulheres
Da Redação / Foto: Cedidas



O projeto Raabe do Pará recebeu uma homenagem na Câmara de Vereadores de Belém pelo excelente trabalho que vem realizando no estado. O grupo foi agraciado com o diploma “Maria da Penha”, entregue à coordenadora estadual do projeto, Claudia Lopes.

“Para mim é uma honra receber o diploma ‘Maria da Penha’, pois o Projeto Raabe tem realizado um trabalho muito importante com as mulheres que precisam de ajuda e da cura interior”, afirmou Claudia.

O objetivo do grupo é valorizar e dar assistência a mulheres que passam ou passaram por relacionamentos abusivos, violência familiar, e que carregam algum tipo de trauma e sofrem com marcas emocionais.


“O Projeto Raabe tem ajudado muitas mulheres, e o resultado desse trabalho maravilhoso tem sido reconhecido pelas autoridades do nosso município. Ficamos muito felizes em saber que estamos fazendo o bem para as pessoas” comentou Deyse Lima, voluntária do grupo.

Ao longo de 2015, o Raabe auxiliou milhares de pessoas e realizou centenas de ações no Pará, com visitas a hospitais e presídios, palestras e doações, como a que ocorreu no mês de agosto, quando as voluntárias doaram cabelos para mulheres escalpeladas atendidas pela Organização dos Ribeirinhos Vítimas de Acidente de Motor (Orvam).






Grupo CALEBE BRASIL em OSASCO está em AÇÃO:Diz o Bispo Geraldo Vilhena.


Ex-interno da Fundação CASA procura a UNIVERSAL para se Batizar nas Águas.

 No projeto UNIVERSAL na Fundação CASA, os voluntários sempre após as reuniões semanais os jovens internos são orientados para tomar uma grande decisão que é o Batismo nas Águas.
 Alguns jovens quando são livres da Fundação CASA procuram uma UNIVERSAL próximo de sua casa e tomam esta atitude que aprenderam. 
 Neste caso um jovem procurou a UNIVERSAL do Brás, participou da reunião e após falou com o Pastor Rodrigo e o Obreiro Walter e pediu para se Batizar nas Águas.














A UNIVERSAL  liberta,cura e salva na Fundação CASA.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Violência doméstica atinge os filhos e causa tragédias

Violência doméstica atinge os filhos e causa tragédias

Saiba como se proteger desse mal. Conheça o projeto Raabe

















Até que ponto podem chegar as marcas da violência doméstica? Rachel Williams descobriu da pior maneira. Mesmo após se separar do marido, Darren, que a agrediu por quase duas décadas, ela não conseguiu escapar da fúria do ex-companheiro. Em 2011, ela foi baleada por ele em um salão de beleza em Newport, no País de Gales. Rachel sobreviveu, mas nem imaginava o que viria depois.
Após tentar matar a ex-mulher, Darren se suicidou. E o pior: um dos filhos do casal, Jack, na época com 16 anos, não foi capaz de superar o trauma e acabou se enforcando.
Uma tragédia lamentável, que poderia ter sido evitada, segundo Rachel, que hoje está engajada numa causa: a luta para que educadores orientem nas escolas do País de Gales que vivenciar a violência dentro de casa não é normal. A sobrevivente se empenha para que oficinas ou eventos escolares explorem esse temaRachel viveu 18 anos em meio a essa realidade; o filho que se suicidou, também. Cresceu nesse ambiente, portanto, a agressão que a mãe sofria constantemente pelo pai lhe parecia normal, porque fazia parte da sua rotina. 
Luta mundial
A mesma luta de Rachel para fazer as pessoas entenderem que a violência doméstica não é normal é também a luta do Projeto Raabe, ligado ao Godllywood, da Universal. O grupo foi criado com o objetivo de valorizar as mulheres que passam por violência doméstica e precisam de ajuda emocional. Mulheres também chamadas no grupo de sobreviventes. O trabalho é incansável para combater esse mal e, de forma gradativa, tem colhido bons frutos nessa caminhada.
Acompanhe no vídeo abaixo o relato de Josiane Gonçalves, uma mulher que sofreu na pele o mesmo que Rachel. Mas o final da história dela foi diferente. Veja por que:
Se você se identificou com a história do vídeo e está passando por situação semelhante mas não sabe como agir, todo segundo domingo de cada mês, em uma das unidades do Raabe (veja os endereços clicando aqui), acontece uma reunião especial com as mulheres afetadas pela violência. Participe.






A UNIVERSAL realiza todos os meses, a cerimônia da Santa Ceia na Fundação CASA.

Uma vez por mês é realizada a mais importante cerimônia na Universal, a Santa Ceia. Na Fundação Casa não é diferente, também é realizada esta cerimonia a cada mês.Com a responsabilidade do Pastor Geraldo Vilhena e uma equipe de voluntários que fazem a obra de Deus na Fundação Casa.


Antes do início da cerimônia o pastor Geraldo Vilhena, ensina sobre os dois elementos que fazem parte da Santa Ceia (pão e suco de uva) o pão simboliza o corpo de Senhor Jesus e o suco de uva o Sangue do Senhor Jesus.

"Porque eu recebi do SENHOR o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão;" (I Coríntios 11 : 23)

"Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha." (I Coríntios 11 : 26)

Foi ensinado também a importancia da Santa Ceia o seu significado e quem está preparado para participar de cerimônia.

"Portanto, qualquer que comer este pão, ou beber o cálice do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor." (I Coríntios 11 : 27)
Logo após a mensagem os voluntários servem a pão e o suco de uva aos adolescentes


Pastor Geraldo Vilhena, serve a Santa Ceia para os voluntários que fazem a obra de Deus dentro da Fundação Casa.



No final muitos jovens receberam o Espírito Santo.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

5 países que tratam as mulheres como objeto

 5 países que tratam as mulheres como objeto

Conheça a realidade de milhares de mulheres vítimas de tráfico humano, violência sexual e mutilação genital






“Eu não sou um artigo para a venda. Eu sou um ser humano e eu preferiria morrer a casar com essa idade. Algumas crianças que foram obrigadas a se casar já se jogaram no mar e estão mortas agora. Eles mataram os nossos sonhos, mataram tudo dentro de nós. Não há mais nada”.
desabafo acima é da pequena Nada al_Ahdal, na época com 11 anos de idade, que fez o mundo conhecer a sua imagem, ao gravar um vídeo enquanto fugia de um casamento arranjado pelos pais, no Iêmen, na Ásia, em 2013. O marido negociado era 20 anos mais velho, como geralmente acontece em mais de um quarto dos casamentos no país.
O casamento infantil é apenas uma das inúmeras tradições que fazem as mulheres serem tratadas como objeto ao redor do mundo.
Veja o que acontece com o público feminino de 5 países:
1 – Paquistão
Nascer mulher no Paquistão é ser predestinada a uma vida infeliz, com privações e sem direitos. Os dados da violência doméstica são os mais assustadores: 90% das mulheres são vítimas de todo o tipo de abuso, desde forçadas a se casarem ainda crianças a estupro por parte do marido.As mulheres também sofrem ataques de ácido quando se recusam a aceitar propostas sexuais ou de casamentos. Esses são os chamados de ‘crimes de honra’, onde mais de mil meninas e mulheres são vítimas todos os anos.  Os agressores não são punidos, pois segundo eles, cometeram o crime em nome da ‘honra da família’. Além do Paquistão, Bangladesh, Afeganistão e Índia, continuam punindo as mulheres, mirando em seus rostos a fim de as deixarem cegas e deformadas.
2 – República Democrática do Congo
A Organização das Nações Unidas definiu o Congo (África), como referência mundial do estupro, em 2012. A cada hora, 48 mulheres são violentadas no país. Em 2011, a Associação Americana de Saúde Pública registou 400 mil estupros de mulheres, entre 15 e 19 anos, em apenas um ano. Os agressores são, em grande parte, militares que oprimem a população. Crianças e adolescentes são abordadas constantemente enquanto trabalham no campo, sem defesa, elas são humilhadas pelos seus oponentes. E depois passam a sofrer discriminação em seu vilarejo, como detentora da culpa.
“As mulheres não são respeitadas no Congo. Até hoje, algumas mulheres têm o clitóris cortado e os mamilos destruídos”, afirmou Maman Marie Nzoli, ativista da ONG Corpermas.
O aborto é a causa da morte de pelo menos 10% das mulheres no país, a maioria vítima de estupros. Se as crianças nascem são abandonadas ou rejeitadas pela mãe e a sociedade, podendo até ser assassinadas.
3 – Somália
A Somália (África) tem os mais altos índices de mutilação genital: quase 98% das mulheres tiveram a remoção parcial ou total do clitóris e pequenos lábios. Meninas de 15 e 19 anos são submetidas ao procedimento extremamente doloroso, mas existem casos de bebês e crianças de 5 anos. Segundo a ‘crença’, isso as manterá puras e garantirá um dote maior quando forem se casar.
Estupro e casamento infantil também entram na lista de descaso. Engravidar na Somália é contar apenas com 50% de chances de sobrevivência, sem acompanhamento pré-natal ou qualquer outro cuidado com a saúde.Os índices de mortalidade materna e infantil são os maiores do mundo.
4- Nepal
As mulheres nepalesas sofrem constantes abusos, que são vistos como um ato ‘normal’ para os homens. O agressor, que muitas vezes faz parte do convívio familiar da mulher, raramente é denunciado e mesmo se for a lei é fraca. Neste país do continente asiático, 73% das mulheres sofrem a dor da violência doméstica. Casamento arranjado e a bigamia – permitida quando a primeira mulher não pode ter filhos, mesmo sendo usada como uma ‘desculpa’ para ter mais sexo –, também são tradições, que ofendem diretamente à mulher. Como se não bastasse isso, muitas famílias negociam as filhas para serem prostitutas no país vizinho. Cerca de 5 mil meninas nepalesas são escravizadas e vendidas todos os anos.
5 – Índia
Estupros coletivos são lembrados frequentemente na Índia. Em 2012, uma jovem morreu ao ser estuprada por um grupo dentro de um ônibus. Em 2013, outro caso de uma adolescente, de 16 anos, ganhou repercussão mundial ao ser vítima de um ataque coletivo e, ao denunciar, sofreu o segundo estupro por seis homens. Depois, eles a queimaram viva, ela não resistiu aos ferimentos e morreu. Estima-se que uma mulher é estuprada a cada vinte minutos, no país. Porém, somente 1 a cada 50 mulheres tem coragem de denunciar.
O tratamento das mulheres nas zonas mais precárias da Índia é ainda mais inferior. No país, quase 45% das meninas são obrigadas a se casarem antes dos 18 anos, sem outra opção. A mulher indiana sofre também com ‘misteriosos’ desaparecimentos, aborto de bebês do sexo feminino, casamento infantil, violência doméstica, tráfico de mulheres e contaminação pelo vírus HIV. Quando contraem a doença, elas são desprezadas pela sociedade e expulsas da família, vistas como desonradas e infiéis.
Valor da mulher
Ainda que muitas sociedades não consigam valorizar o sexo feminino, você, mulher não pode jamais deixar de se autovalorizar. Não esqueça que o seu valor é inestimável. Seja quem for que queira mudar o seu pensamento e inferiorizá-la, não dê importância.
Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas joias.” Provérbios 31.10
Se você sofre algum tipo de violência ou opressão e deseja conversar com alguém, acesse agora mesmo o Pastor Online. Você encontrará alívio ao desabafar. A sua identificação será preservada. Ou procure hoje mesmo ajuda em um templo da Universal. Clique aqui para verificar o endereço mais perto de você. Você também pode obter ajuda com as orientadoras do Projeto Raabe  através do telefone  (11) 95349-0505 ou do e-mail: projetoraabe@gmail.com.






UNIVERSAL leva Fé,palestra e esporte em um evento na Fundação CASA.



 Ao inicio do evento obreiro Noel com os voluntários fazem uma oração da fé para que os jovens e família, tivesse uma  libertação. Na seqüência o Amauri ex traficante conta o seu testemunho, em seguida Israel conta  também o seu testemunho.

 Depois o  Teatro UNIVERSAL na Fundação CASA apresentou uma peça o Leilão de uma Alma, no final da peça  o teatro cantou louvores para louvar e adorar o Senhor Jesus.
 Neste evento ouve uma competição de  futebol jovens internos da Fundação Casa contra time da UNIVERSAL.

 Para finalizar o evento foi  servido  bolo e refrigerante e sorvetes para os jovens internos e famílias.








Que Deus abençoe todos os voluntários que participam da obra de Deus, dentro da Fundação CASA.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

O que os homens não sabem sobre violência

O que os homens não sabem sobre violência

As agressões psicológicas e morais não deixam marcas no corpo, mas são tão graves quanto as físicas

Qual a primeira coisa que você, leitor, pensa quando ouve falar em violência contra a mulher? Para muitos, o termo traz à memória uma imagem de agressão física ou até mesmo a ideia de ataque corporal. No entanto, o conceito é mais amplo e as formas de expressão dessa violência também.
Desqualificar, diminuir, gritar, insultar ou humilhar são atitudes que dispensam a força física, mas têm efeitos tão prejudiciais quanto qualquer ação que atinja o corpo da pessoa agredida. A violência psicológica é grave e deixa marcas profundas. As consequências podem parecer invisíveis aos olhos alheios, mas são absurdamente cruéis e dolorosas.
O que acontece é que muitos desses comportamentos ainda são aceitos em nossa sociedade. Prova disso é o resultado do levantamento realizado em parceira entre o Instituto Avon e o Data Popular, que mostrou que muitos homens ainda enxergam certas atitudes violentas como algo normal ou corriqueiro.
O estudo, intitulado “Percepção dos homens sobre a violência contra a mulher”, mostrou que 52 milhões de brasileiros têm algum conhecido, parente ou amigo que já foi violento com a parceira. Apenas 9,4% admitem ter esse tipo de comportamento. A incidência aumenta quando são listadas as atitudes que se configuram como violência doméstica, sem que elas sejam nomeadas dessa maneira.
Para Sérgio Flávio Barbosa, professor de psicologia social e colaborador da pesquisa, conhecer e entender a visão do homem é importante para poder prevenir, interagir e erradicar esse tipo de violência. “É necessário se aproximar desse fato, que é um crime, mas com um olhar investigativo e, principalmente, aprender quais as reais motivações, para preparar uma nova geração de homens e mulheres que possam resolver seus conflitos sem o uso da violência. Elaborar estratégias de erradicação e de prevenção é importante para que homens e mulheres possam viver com suas diferenças, sem que elas gerem desigualdades.”
A violência contra a mulher surge com a discriminação de gênero e ganha força com a visão cultural dos estereótipos de masculinidade, que pressionam os homens a serem autoritários e a tratarem as mulheres como subordinadas. Fatores que perpetuam a inferioridade e reforçam a opressão.
O que é violência psicológica?
A lei define a violência psicológica como qualquer conduta que cause dano emocional, diminuição da autoestima ou que prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento da mulher.
Ou, ainda, que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação.
A violência moral, por sua vez, é entendida como qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria. (Fonte: Lei nº 11.340, conhecida como Lei Maria da Penha)
Marcas silenciosas
Muitas mulheres passam por situações de agressão verbal durante muitos anos. Como nunca sofrem violência física, vivem a dor psicológica sem saber que estão sendo agredidas. Carlinda Tinôco Cis, coordenadora nacional do Projeto Raabe, diz que a ideia de dominação é uma das principais causas de violência contra a mulher.
“A violência doméstica começa a partir do momento em que você grita com a pessoa. Um marido não tem o direito de gritar com a esposa. Gritar não é normal. O normal é um diálogo de forma respeitosa. A cultura brasileira ainda é muito machista, assim como a forma como o marido trata a mulher. Algo cultural, de imposição. O homem que grita quer mostrar uma força que ele não tem. Faz isso para intimidar a mulher, para se sentir superior”, explica.
Sérgio Flávio Barbosa, que também é coordenador do Projeto Homens Autores de Violência contra Mulheres, ressalta que a agressão psicológica ou moral é a porta de entrada para todas as outras violências, além de ser cruel e silenciosa.
“Ela é perversa porque vai minando as resistências das mulheres. É a pior a ser identificada, porque não deixa marcas visíveis e provas. Além de inverter o papel de vítima em culpada e do autor da agressão em vítima. Isso pode ser percebido, por exemplo, quando algumas mulheres se sentem culpadas pela agressão. Quando dizem: ‘o que eu fiz de errado para merecer isso?’, por exemplo.”
Parceiros agressores
O Brasil é o 7º país com o maior número de casos de violência contra a mulher e, na maior parte deles, essa violência é cometida por ex-parceiros ou atuais companheiros.
Wellington Santiago dos Santos, de 27 anos, faz uma retrospectiva do seu relacionamento ao contar sobre a fase turbulenta que viveu com a esposa, Aline Santiago Santos, de 26 anos (os dois na foto que abre essa matéria e na foto abaixo). “Estamos juntos há 10 anos e casados oficialmente há 4. Eu sou ex-dependente químico e, daí, você já imagina como é a casa com uma pessoa que sofre esse tipo de problema”, conta.
Há 6 anos, a sogra de Wellington morreu e Aline passou a tomar conta da irmã mais nova. “Aline cuidava do lar, cuidava da irmã, trabalhava fora para dar conta das despesas e, quando chegava em casa, encontrava uma pessoa alcoolizada e drogada. Eu pensava só em mim, não pensava na família que tínhamos construído. Nunca bati nela, mas a tratava mal todos os dias. Xingava e a colocava sempre para baixo. Sempre usava palavras ofensivas e ameaçava ir embora de casa.”
Aline conta que, durante um tempo, achou que a situação seria sempre aquela. E que teria de aprender a conviver com ela. “Minha autoestima ficou abalada e isso prejudicou a minha vida pessoal e profissional. Passei por um sofrimento profundo, entrei em depressão”, diz. Ela decidiu procurar ajuda quando as palavras se materializaram. “Em uma das brigas, ele me empurrou e eu cai no chão. Ali eu entendi que algo pior poderia acontecer.”
Superação
Aline resolveu que não queria mais conviver com toda aquela humilhação e buscou ajuda. Wellington também percebeu que, para manter a família, precisaria mudar. “A gente não tinha diálogo e hoje sei o quanto isso é importante. Não uso mais drogas. Atualmente eu ajudo dependentes químicos a se livrarem do vício, na Universal. Não penso mais só em mim, mas em como cuidar da Aline e em como ser provedor dentro de casa”, diz Wellington.
Por que atitudes agressivas ainda são toleradas?
O professor Sérgio Flávio Barbosa explica que ainda há homens que compreendem as mulheres como objetos ou sujeitos de segunda categoria.
“Há vários tipos de violência que homens praticam, pois esses tipos estão tão naturalizados que já fazem parte do cotidiano e do seu repertório. Homens estão cometendo violências em suas relações sem conhecimento. E as mulheres também estão sofrendo violência sem saber que estão na mesma situação.”
Para Carlinda Tinôco Cis, a mulher se submete a muitas situações por medo. “Às vezes, ela aceita porque tem vergonha de comentar com a família ou com as amigas. Ela pensa que essa agressão psicológica vai passar e começa a se esconder atrás desse problema. Em longo prazo, a violência se transforma em uma depressão, em uma fobia, uma doença crônica somatizada.”
Durante a abertura do I Seminário Internacional Cultura da Violência contra as Mulheres, realizado em São Paulo no final de maio, o secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-Moon, ressaltou a importância de acabar com a epidemia global da violência de gênero.
“A violência contra a mulher ainda acontece todos os dias em todos os países. E essa é a mais extrema manifestação da opressão social, sexual, política e econômica global das mulheres e meninas. Temos que entender as causas e saber o que fazer para eliminá-la. Isso inclui mudanças na percepção das masculinidades que promovem a dominação e a agressão às mulheres”, disse em mensagem transmitida por meio de vídeo.
É preciso tratar não apenas os sintomas, mas as causas. É preciso compreender que a violência não pode e não deve ser naturalizada. Ela precisa ser reconhecida como algo que prejudica, agride e pode até levar à morte. Deve ser combatida e, principalmente, deixar de ser tolerada.

UNIVERSAL apresenta a cantora Sula Miranda na Fundação CASA em um evento.






Neste domingo na Fundação Casa Franca da Rocha Internato, a cantora e compositora Sula Miranda inicia o evento contado um pouco de sua historia.

Aos 25 anos teve um grave problema em sua laringe, esta ficou muito estreita.
E uma junta de 40 médicos a desenganou dizendo que para seu caso não havia
Mais jeito mesmo fazendo cirurgia ela não poderia mais falar nem cantar.
Mas Deus mudou sua historia, pois após a cirurgia ela voltou a falar e cantar e hoje.
Traz este lindo testemunho.

Hoje jovem é o começo de tudo e canta uma linda musica aos internos

Levando está mensagem:

Nada de ficar dizendo que para seu caso não tem jeito, porque hoje Deus pode mudar a sua historia. Pois Jesus disse que ele é o caminho a verdade e a vida.

Se você desejar isto, ele dá a ti vida e vida com abundância, pois DEUS supera todas.
A nossa expectativa basta pegar o caminho e a direção certa.

Deus nos trouxe aqui esta tarde, pois ele ama muito cada um de vocês.

Se hoje você está sentido um caco, Jesus quer moldar sua vida.
Para que se tornem uma nova pessoa em Cristo Jesus.
Porque DEUS opera milagres e nos da um novo coração, pois a fé.
E que faz mudar toda uma situação em sua vida.
Logo após a mensagem e aos louvores da Sula Miranda,










foi apresentada uma palestra sobre Drogas ministrada por Amauri e Jadson.Amauri relata seu inicio no mundo das drogas aos 11 anos de idade conheceu

As drogas, onde permaneceu por 10 anos se envolveu com o crime, trafico.
De drogas e armas. Usou todos os tipos de drogas, ficou este tempo todo envolvido porque conseguia tudo de maneira muito fácil.
Mas chegou um ponto ele percebeu que todos seus parceiros estavam morrendo.
Então resolveu sair desta vida, pois ele seria o próximo a ser morto.

Buscou em DEUS a força para sair do mundo das drogas e do crime,

E foi liberto através dos cultos na Igreja Universal, depois entrou para o grupo.
De Evangelização e hoje está com sua vida transformada em todos os sentidos.
Hoje é casado pai de um filho, empresário no ramo da informática, ele disse.
Buscou em DEUS e este lhe deu a direção e visão para que reconstrução de sua vida.


Jadson começa sua palestra falando tenho 28 anos moram na zona sul de São Paulo,

Iniciou no crime aos 13 anos, rapidamente tornou-se gerente de boca de drogas.
Vivia com 02 pistolas na cintura, permaneceu no mundo do crime por 10 anos sempre envolvido com muitas mulheres.
Tomou 06 tiros. Pertenceu ao PCC durante algum tempo,assaltou bancos,carros fortes Foi preso e passou por varias unidades da fundação casa e conheceu o trabalho da Universal em uma das unidades da fundação Casa.


Não estava mais agüentado ficar naquela vida errada e quando saiu em liberdade

Começou freqüentar os cultos na Igreja Universal, venceu seu orgulho e preconceito.
E foi a guerra pela sua salvação, fez um prova com DEUS, se realmente ele existisse.
Mudaria a vida dele em 30 dias.
Mais em apenas 02 semanas DEUS tirou dele a vontade pelas drogas e bebidas.
Ele aceitou Jesus se batizou nas águas, se afastou das más companhias e das drogas.
Esta vivendo em novidade de vida já faz 02 anos, hoje é Empresário e possui 02 pizzarias. DEUS mudou sua vida espiritual e material.

Perguntas:


Interno pergunta? Por quais unidades ele passou?


Jadson responde:

Passei em varias unidades, imigrantes, Tatuapé, Brás, Par alheiros.

Interno Pergunta: Quanto você saiu do mundo crime houve perseguição?


Jadson responde:


Sim claro mais foi forte e determinado para que eles não tocassem na minha família

Pois quando estamos no mundo do crime, não medimos as conseqüências, pois o que plantamos certamente iremos colher.

Interno pergunta: O que o levou a ter conhecimento da verdade?


Jadson responde:


Que no começo quando conheceu a verdade através da busca por DEUS

Por ser um mal espiritual, foi uma luta muito grande entre a carne e o espírito.
Mais venci com a direção de JESUS CRISTO.

Interno pergunta:


Na sua conversão parece que sua vida ficou parada?


Jadson responde:


Após ser batizado e buscar o Espírito Santo, para que fosse tirada a vontade.

Pelas drogas e o crime. Pois aquele que tem o espírito de Deus supera todas as
Barreiras.


Interno pergunta: Se ele era enquadrado pela policia depois de sua conversão a DEUS?



Jadson responde: Não antes da conversão era sempre enquadrado, após sua conversão.

Nunca mais foi enquadrado.







Após a palestra seguiu com apresentação da Peça Teatral “Leiloa-se uma Alma”

Apresentado os diversos lances ofertados

Idolatria, Prostituição, Curtição, Vicio da bebida, ganância, fama, vicio das drogas,

Todos eles levam para mãos da Morte
Porem e o principal e maior lance ofertado foi o de JESUS CRISTO que ofertou sua Própria vida em sacrifício na cruz pela remissão dos pecados e nossa Salvação.


























































Para finalizar este maravilhoso Evento o Pastor Geraldo Vilhena coordenador
De Evangelização na Fundação Casa de São Paulo faz uma oração da fé em favor dos internos seus familiares.







Foi servido bolo, refrigerantes e sorvetes a todos,



















e para encerrar houve distribuição.De livros nos Passos de Jesus para as famílias dos internos













Sem duvida um Evento maravilhoso levando a presença do “Senhor Jesus”
Para o coração dos internos e suas famílias.