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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Autossabotagem: quando você é seu pior inimigo

Autossabotagem: quando você é seu pior inimigo

O que fazer quando algo dentro de você frustra seus próprios planos

Mais uma vez ela vai dormir chorando. Quando entra em casa apressada e se tranca no quarto sem falar com ninguém, sua mãe lê a mensagem estampada no ar: “Brigou com o namorado de novo...”. Não diz nada, porque “não adianta insistir”.
Tira os tênis com os pés e deita com a roupa do corpo. Sequer puxa a coberta. Apenas deixa as lágrimas escorrerem pelo rosto marcado das agressões. Não é a primeira vez que isso acontece, então se pergunta “Até quando? Até quando?” e lembra da música que pergunta “Será que todo dia vai ser sempre assim?”.
Sempre assim
Para muitas pessoas, todo dia é sempre assim. Esse é somente um exemplo de como as pessoas autossabotam as vidas. Inconscientemente, repetem atitudes prejudiciais, levando a várias formas de prejuízo.
O psicólogo Alexandre Rivero, mestre em Psicologia Escolar e especialista em Psicologia Clínica, explica que a autossabotagem tem relação com o que acontece desde a infância: “Desde pequenos criamos mecanismos de defesa, de proteção. O que acontece é que, algumas vezes, esses recursos criam certos embaraços.”
Entre esses embaraços, que estão muito presentes no cotidiano, está aquele momento em que a vida é ruim, mas não é feito nada para melhorar.
“A pessoa vive reclamando de seu ‘mundinho’. Ela se apresenta insatisfeita, descontente com a vida, mas já conhece a situação. Por mais que reclame, toda vez que surge uma possibilidade de transformação ela se afasta. Isso por medo de não sobreviver fora da “zona de conforto”. Ela quer uma vida diferente, mas a mudança exige que a pessoa reveja a própria vida, aceite desafios, por isso ela evita”, explica Rivero.
















Vida Nova
Érika Leite correu na contramão da autossabotagem, e após muitos transtornos, conseguiu mudar sua vida. Desde criança ela sofreu com o alcoolismo e a violência dentro da família, o que a tornou uma pessoa sem limites.
“Eu não respeitava ninguém, pisava nas pessoas. Por conta da educação que recebi, carregava muita revolta dentro do meu coração.”
Érika apanhou do pai entre os 4 e os 25 anos de idade, desenvolvendo, assim, uma personalidade forte e irresponsável. Graças ao jeito rude de ser, afastou muitas pessoas dela. Uma vida solitária, decorrente do comportamento inamistoso. Embora soubesse, em alguma instância, que todos necessitam de afeto para sobreviver, não tinha consciência de que o gelo que rodeava seu coração poderia ser quebrado sem que ela se machucasse mais.
A mágoa carregada por toda a vida fez com que Érika sabotasse sua vida profissional e pessoal, perdendo oportunidades em todos os campos de sua vida, como promoções em empresas e programas em família.
A mudança na vida de Érika veio por meio da fé, que, como Rivero explica, é uma ferramenta muito importante na mudança de vida: “É muito importante desenvolver a autoconfiança. Quando a pessoa confia em Deus, cria uma autoconfiança maior, evitando problemas de autossabotagem.”
Érika concorda e reflete essa afirmação. Casada, mãe e em paz com sua família, agradece a Deus por ter lhe dado o conforto, o carinho e a esperança que faltou em sua infância. “Deus cura, renova, renasce a pessoa. Tudo coopera para o bem de quem ama a Deus. Ele é o maior psicólogo que existe”, garante.
O que fazer?
Os processos de autossabotagem são os mais variados, desde dietas quebradas até o isolamento social. Tudo isso reflete na saúde física, mental e espiritual. Uma pessoa que, inconscientemente, dá um jeito de estragar todas as coisas positivas que se apresentam em sua vida, sempre será infeliz.
Mas, então, o que fazer?
“O primeiro passo é refletir. Refletir a vida que leva, os motivos de estar naquela situação, repensar a própria vida”, afirma Rivero. “Muitas vezes as pessoas não conseguem refletir sozinhas, então procuram ajuda para isso.”
A autoestima é uma colcha de retalhos bordada com os eventos mais marcantes do passado. Muitas vezes, esses fatos não são visíveis à própria pessoa, mas influenciam em sua vida. É preciso refletir sobre o passado para dar um passo adiante








Nos últimos tempos em todo o universo, tem acontecido coisas espantosas como catástrofes naturais, guerras,doenças,fome e principalmente o avanço das drogas no meio da sociedade. mesmo assim a UNIVERSAL não desiste de ajudar as pessoas principalmente os jovens internos e famílias da Fundação Casa.
Foi realizado um evento especial na Fundação Casa no último domingo 16/03/14. Vamos conferir...


O guitarrista Reginaldo começa o evento animando os jovens e famílias.

Pastor Geraldo Vilhena esteve presente fazendo uma oração para iniciar o evento.

Robson de Freitas ex-usuário de cocaína foi entrevistado pelo  Pastor Geraldo Vilhena.Freitas fala de sua história no meio do crime.

Amauri ex-traficante também foi entrevistado e contou a sua história na vida do crime.





Robson mostrou para os internos e famílias o resultado de uma das consequências das drogas(perdeu uma perna)

Os jovens internos ficaram muito emocionados com a cena,

Pastor Geraldo Vilhena junto com os voluntários que fazem a obra de Deus dentro da Fundação Casa, fizeram oração para a CURA DO VÍCIO.


Muitas famílias e internos  tiveram a certeza da cura dos vícios assim deram os seus depoimentos em seguida.

No Vale da Sombra da Morte uma peça teatral realizada pelos obreiros da UNIVERSAL próximo do Templo de Salomão.

Este homem foi vítima do mal pela sua desobediência da palavra de Deus.

Cada personagem de cor preta representa cada sofrimento que este homem passou,


As correntes representa como o mal prende as pessoas com diversos problemas.

Quando tudo estava acabado para este homem. Então o Senhor Jesus veio e o libertou das correntes do mal.



Após todos estes acontecimentos no final houve o festival de doces,sorvetes e refrigerantes para todos 







Todos nos agradecemos ao nosso diretor e funcionários da Fundação Casa da Vila Maria UI-São Paulo, por ter dado oportunidade para as famílias e  internos de participarem deste evento, pois eu tenho certeza, que no final todos ganharam com a semente que foi plantada em cada coração.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

A habilidade de resolver tudo e ainda se sentir realizada

A habilidade de resolver tudo e ainda se sentir realizada

Muitas mulheres não conseguem lidar com esse desafio e acabam frustradas








Os filhos pedem, ela cede; o marido reclama, ela acode. A casa está de ponta-cabeça, ela se desdobra para arrumá-la; no trabalho, ela está sempre pronta para ajudar, procura fazer o seu melhor, mas ainda acha que é pouco, que pode fazer “mais”. E faz. No final do dia, ela está cansada, sobrecarregada, mas, mesmo assim, encontra – ainda que se arrastando – um tempo apertado para cuidar de si. Quando, enfim, relaxa e começa a raciocinar melhor, se questiona baixinho se suportará isso tudo mais um dia.
Esse é o dilema de muitas mulheres de hoje, que pouco param, estão sempre resolvendo uma coisa aqui, outra lá e o pior: acham que o tempo é o seu maior inimigo. É justamente aí que está o risco.
Elas querem ser heroínas, provar para si e para os outros que conseguem dar conta de tudo, mas, muitas vezes, não sabem definir objetivos bem claros nem estabelecer prioridades.
Se você se identificou com os exemplos acima e também quer ter qualidade de vida, ser aceita na sociedade e, sobretudo, desfrutar de uma vida feliz e realizada consigo e com o próximo, mesmo com todas as obrigações do dia a dia, então aprenda de uma vez por todas que heroínas só existem na ficção.
Aprendendo a delegar
Para a psicóloga clínica Olga Tessari, as mulheres de hoje lotam-se de obrigações, mas, quando sabem delegar tarefas e respeitar o limite das outras pessoas, percebem que não são perfeitas e que esse fato não é um bicho de sete cabeças, mas uma oportunidade de melhorar internamente.
“O que falta para a mulher da atualidade ser mais feliz e plena é olhar um pouco mais para si, ter um pouquinho mais de cuidado consigo mesma, não para agradar às pessoas à sua volta, mas para agradar a si em primeiro lugar”, aconselha.
Infelizmente, continua Olga, muitas mulheres mal têm tempo para ler um livro, conversar com as amigas e fazer as coisas que apreciam. “Aliás, é comum que elas deixem totalmente de lado seus amigos para viver somente em função de suas obrigações. E isso não pode acontecer. A melhor forma para viver bem é aquela que mistura obrigações e aquilo que nos traz alegria e satisfação”, explica Olga.
Equilíbrio






A jornalista Ana Linhares, de 44 anos, casada há 16 com Antonio Floripes, de 41, e mãe de dois filhos – Gabriel, de 13, e Giovanna, de 12 –, é uma mulher muito ocupada. Entretanto, apesar da vida corrida dividida entre os afazeres da casa, o trabalho e a família, ela sabe priorizar as tarefas.
Ana faz questão de ressaltar que não se ocupa demasiadamente nem com uma coisa, nem com outra. Ela mantém o equilíbrio e procura dividir o seu tempo de forma que, ao final do dia, todos estejam bem, inclusive ela mesma.
“Além de trabalhar como repórter em uma TV aqui no Rio de Janeiro, ainda faço assessoria de comunicação para um escritório de advocacia. Também cuido da casa, estudo com as crianças, fiscalizo as lições da escola e as ajudo a fazer os trabalhos didáticos. No tempo que sobra vou ao mercado, faço almoço, enfim, administro os serviços domésticos. Graças a Deus, conto com o apoio do meu marido, que nos fins de semana me ajuda a arrumar a casa. Quando não consigo dar conta, ele vai para a cozinha. Temos conseguido conciliar tudo e ainda reservar um tempo só para nós”, pontua.
Multitarefas







Obviamente que, para dar conta das várias atividades que realiza durante o dia, Ana se desdobra. Contudo, não se esquece do mais importante: cuidar de si própria.
“A cada 15 dias vou à manicure e todo mês refaço a tintura do meu cabelo. Gosto de estar sempre mudando. A alimentação é outro ponto ao qual estou dando mais atenção. Por isso, tenho feito uma dieta mais saudável. E também cuido da saúde, pois vou regularmente ao ginecologista e uma vez por ano faço um check-up”, conta a jornalista.
Ana, porém, faz questão de enfatizar que todas as suas atividades rotineiras e cuidados especiais consigo mesma e com a família jamais progrediriam se ela não estivesse bem espiritualmente. “Nada disso teria sentido se eu não tivesse um tempo para a comunhão com Deus, pois é esse o segredo para não me estressar, para manter o equilíbrio, a mansidão e a tranquilidade. Aliás, eu tenho uma fórmula matemática para isso, que é: mais comunhão com Deus, menos problemas. Essa não falha”, conclui, sorridente.


























































































































Tudo que fazemos, levamos o nosso amor ao próximo, foi assim que os voluntários da IURD realizaram no último domingo na Unidade da Fundação Casa Vila Leopoldina um evento que proporcionou aos familiares, internos e funcionários as seguintes prestações de serviços:- Cabelereiro e Manicure- Aferição de Pressão Arterial- Tratamento de PeleAgregados com muita pipoca, algodão doce e refrigerantes. Na oportunidade os familiares, internos e funcionários participaram de uma Palestra com um tema sugestivo "Começar de Novo" ministrada pela palestrante Ana Maria Alves.Nesta palestra foram abordados os 4 (quatros) elementos para uma melhor escolha em nossas vidas. Sendo a 1a. Direção de Deus, 2a. Objetivo, 3a. Determinação e 4a. Persistência e Fé. Conseguindo associar estes 4 elementos com certeza os jovens terão um futuro de sucesso. Na conclusão foi mencionado um versículo bíblico Mateus 7: 13 e 14 que fala sobre a porta estreita (que nos leva a Salvação) e a porta larga (que nos leva a perdição) e que temos o direito de escolha. A palestrante levou a todos a refletirem sobre suas escolhas diárias.Pr. Geraldo Vilhena orou por todos e orientou que não importa que cometemos no passado, se nos arrependermos temos o direito de Começar de Novo. Esta é a chance dada por Deus.A Sr. Angela (Coordenadora Pedagógica) mencionou sua opinião e o trabalho dos voluntários da IURD sendo válido, porque a reintegração do jovens a sociedade acontece pelo espirito fraternal. E que isso somente acontece quando acreditamos no que fazemos. Relata também que este trabalho está trazendo aos internos, o lazer, entreterimento, a comunhão com Deus, a família, a auto estima, etc. E que os voluntários da IURD tem carisma para conquistar os jovens e funcionários. Parabeniza o trabalho e deseja a gratidão e benção para todos os voluntários da IURD.Tudo isto aconteceu ao som da Banda Eterna Aliança que animou os familiares e internos, numa manhã agradável. Distribuimos aos familiares um Kit com revista plenitude e livros para guardarem de recordação neste dia tão especial.