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sexta-feira, 3 de julho de 2015

3 dicas valiosas para a vida financeira do casal

3 dicas valiosas para a vida financeira do casal

O dinheiro pode ser um grande inimigo quando não sabemos lidar com ele

 
 O dinheiro pode se tornar um grande inimigo do casamento – mas só se o casal permitir que isso aconteça. Entre as maneiras de evitar tal situação, a prevenção é a melhor delas.
Caso você esteja casado (a) e passando por problemas de desajustes financeiros, confira as dicas abaixo, que valem também para quem é solteiro ou noivo e pretende se casar:
1 – Casem as contas
Não tem essa de “meu dinheiro” e “seu dinheiro”. Quando se casa, a união deve ser total, e isso inclui o dinheiro. Se um de vocês tem restrições quanto ao dinheiro, é sinal de que não se entregaram 100% a essa união. E essa falta de entrega cobrará seu preço amanhã (se é que já não está cobrando). Se vocês não têm conhecimento de quanto o outro ganha, gasta ou investe, é hora de mudar isso.
2 – Casem os objetivos
Se você quer ir para um lado e seu marido (sua esposa) para outro, cedo ou tarde acabarão tomando caminhos separados. Casamento é renúncia, e os dois precisam saber disso. Nem tudo vai sair como você quer, pois você não é mais solteira (o) e tem uma pessoa a quem deve satisfações. Então, saiba fazer concessões e, vendo suas atitudes, seu marido (sua esposa) também vai aprender a ceder.
3 – Estejam no mesmo nível
Quando a mulher ganha mais do que o marido, em vez de isso ser algo bom, pode ser um grande problema. Há muitos homens que se sentem diminuídos, pois o dinheiro está estreitamente ligado à sua masculinidade e, na falta dele, sentem-se menos homens. Por sua vez, há mulheres que só pioram essa situação, jogando na cara do marido que quem sustenta a casa é ela, por isso as decisões devem ser dela. O mais adequado é que vocês realmente tenham consciência de que são um só, em tudo, inclusive nos ganhos. Se um ganha 10 e o outro 2, o que deve ser considerado é que vocês têm 12 e não que quem ganha 10 dá as cartas e quem ganha 2 tem de aceitar todas as regras do jogo. Quem está acima deve levantar o outro, e não pisar nele.

Internos e famílias da Fundação CASA, são ajudados em um evento, pela UNIVERSAL.



Em uma tarde de um domingo na Fundação Casa de Vila Conceição os voluntários da UNIVERSAL fizeram uma surpresa para os internos e famílias. Uma delicioso café da tarde. Algumas das mães dos internos junto com os voluntários da IURD partiram um lindo e gostoso bolo e em seguida serviram para todos os presentes.


 




Foi servido também refrigerantes para todos   



Para finalizar o café da tarde o pastor Geraldo Vilhena (Coordenador de Evangelização nas Unidades da Fundação Casa de São Paulo) fez uma oração para abençoar os internos e famílias.

sábado, 18 de outubro de 2014

O dinheiro não deu nem para pagar as contas. E agora?

O dinheiro não deu nem para pagar as contas. E agora?

Aprenda o caminho certo para lidar com suas finanças e não passar apertos


Problemas financeiros não são exclusividade dos pobres. Mesmo quem tem uma boa condição financeira pode se ver enrolado em dívidas, com um grande impacto psicológico negativo sobre si e a família.

A Bíblia contém sábios conselhos para aqueles que estão aflitos pela falta de dinheiro para pagar as contas, mas também adverte para que isso não chegue a acontecer. Vejamos 5 exemplos:
“Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.
Não apagueis o Espírito.”  Tessalonicenses 5.18,19
O apóstolo Paulo sabiamente aconselha a Igreja de Tessalônica a não deixar as circunstâncias da vida influenciarem nosso elo com Deus. Nada de se queixar, de sentir pena de nós mesmos. Os israelitas no deserto, rumo à Terra Prometida, só viam as dificuldades da viagem, e não as bênçãos que recebiam ao longo da caminhada – justamente por isso demoraram a entrar em Canaã. Muitas vezes, olhar demais para o que não temos nos impede de ver o que recebemos. O Espírito Santo em nós, com Seus dons, nos ajuda a ver o que deve realmente ser visto – e a vencermos. Ao contrário dos hebreus no Êxodo, Paulo agradecia sempre pelo privilégio de estar vivo, tendo muito ou pouco. 







“Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes.”  1 Timóteo 6.8
Não é que Paulo, com esse conselho, dizia à Igreja de Timóteo para não ter objetivos ou ambições benéficas. Ao mesmo tempo ele dizia que era para serem gratos pelo básico e para não deixar a ambição virar ganância. A cobiça material pode ser perigosa se não for bem administrada. Hoje em dia, por exemplo, a maioria das pessoas longe de Deus deixa o desejo desenfreado dominar suas vidas – pensam que as coisas que desejam são necessidades, e que contrair dívidas para comprá-las é algo normal. Muitos, por isso, não conseguem o que almejavam e ainda perdem o que já tinham. Com foco no Senhor Jesus e na vontade de Deus, os objetivos financeiros podem muito bem ser alcançados, mas da maneira certa, sem causar danos aos outros fatores da vida.
 “Por isso, cingindo o vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na Graça que vos está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo.”  1 Pedro 1.13
Alguém sóbrio, pé no chão, enxerga a vida pelo ângulo certo, não deixa desejos materiais mesquinhos o iludirem sobre a realidade ou dominar o modo como leva a vida para conseguir o que quer. Uma pessoa assim não trata sua vida financeira como um conto de fadas, na base do “eu compro e depois vejo o que faço para pagar”. Dívidas não desaparecem como um sonho acaba na hora em que acordamos. Para evitá-las ou para pagá-las, é preciso disciplina. 






“Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.
Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.”  Mateus 6.24;33
Se o foco são as conquistas materiais em si, o foco em Deus não existe. Sem esse foco, não há ligação real, comprometimento com o Pai. Muitos ricos não notam, mas é o dinheiro que é dono deles, e não o contrário, pois o colocaram na frente de tudo. Sempre que deixamos algo ser maior que nós – e esse algo não é Deus –, somos escravos daquilo. E em nome do dinheiro, podemos fazer besteiras que nos levarão à ruína. Somos somente nós mesmos lutando pelo nosso patrimônio, sem a proteção Divina real. Quando o Senhor é o foco, vivemos realmente como Seus servos, as outras conquistas acontecem. 






“O rico domina sobre o pobre, e o que toma emprestado é servo do que empresta.”  Provérbios 22.7
Sim, devedores são escravos dos credores enquanto não pagam suas dívidas. Só a sensação de estar devendo já é uma opressão. Aqueles que esperam o momento oportuno, economizam para comprar algo, conseguem o que querem e não ficam devendo a ninguém. Paciência é a chave. Querer algo não é errado, a forma como conseguimos é que faz a diferença. Muitos compraram além de suas posses e problemas ao longo das prestações os deixaram numa situação pior que a de antes da compra.
Pense em tudo isso!



SÃO PAULO - Volutários da UNIVERSAL de todo o Brasil visitam, diariamente, unidades da Fundação Casa. Em São Paulo, cerca de 150 pessoas acompanham o pastor Geraldo Vilhena, – responsável pelo trabalho no Estado – nas reuniões realizadas nos locais. Segundo dados da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência (SEDH/PR), no Brasil, o número de menores infratores que cumpre pena aumentou em 28%, entre 2002 e 2006. Em média, há nove adolescentes em regime de internação para cada um em regime semi-aberto. São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará são os Estados com maior execução para este regimeom o objetivo de ajudar na reintegração desses jovens na sociedade, há 10 anos a IURD conta com a ajuda de voluntários de todas as áreas para a realização do trabalho espiritual.




































 Durante os encontros, os internos recebem uma palavra de fé e de esperança. “Nós oramos para que eles sejam libertos dos problemas espirituais e possam receber a presença de Deus”, diz o pastor Geraldo. Semanalmente, são distribuídos cerca de três mil exemplares da Folha Universal e mensalmente mil livros e duas mil revistas Plenitude, para que os adolescentes possam conhecer, de uma forma diversificada, a Palavra de Deus. O grupo também organiza palestras sobre drogas, saúde da mulher – nas unidades femininas –, higiene e educação, além de oferecer doações e amparo aos familiares dos internos. No mês passado, cerca de 200 famílias do Complexo do Brás receberam lanches, roupas, calçados e brinquedos. “Durantes esses eventos, procuramos conscientizar todos sobre a importância de resgatar os valores da família, da formação da criança e do adolescente para a nossa sociedade”, explicou o pastor, acrescentando uma palavra de fé aos que estão sofrendo por terem algum parente sendo escravizado pelo mundo do crime: “Disse o Senhor que se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a su terra”, finali