quinta-feira, 27 de novembro de 2014

A origem do natal

A origem do natal
O natal é a principal tradição do sistema corrupto, denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia. Seu início e origem surgiu na antiga Babilônia de Ninrode.  Na verdade suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio.
Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro  fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo.
Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode, em hebraico, deriva de “Marad” que significa “ele se rebelou, rebelde”.
Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam deste indivíduo que se afastou  de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje.
Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.
Todo ano, no dia de seu aniversário de  nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, e esta é a verdadeira origem da “árvore de natal”.
Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na “Rainha do Céu” dos babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no “Divino Filho do Céu”. Por gerações neste culto idólatra. Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-sol. Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou a “Virgem e o menino” (isto é, Semíramis e Ninrode redivivo) transformaram-se em objetos disfarçados em Maria e o menino Jesus, principais de adoração católica.
A veneração da “virgem e o menino” espalhou-se pelo mundo afora. O presépio é uma continuação do mesmo em nossos dias, mudando de nome em cada  país  e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete, encontra-se o equivalente da Madona (minha senhora), muito antes do nascimento de Jesus Cristo.
A Igreja Católica absorveu toda essa história e a tem promovido em todo o mundo em nome da verdadeira fé cristã.


Uma maquete do Templo de Salomão feita pelos jovens internos da Fundação CASA  feita com dobraduras de jornais,





A Fundação Casa   também participa do Jejum de Daniel .Recebeu nesta última terça-feira voluntários da UNIVERSAL, que levaram uma noite toda especial. 



 Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, que fez orações de libertação, para que houvesse uma transformação na vida de cada adolescente, após a oração de libertação, houve um grande clamor pelo derramamento do Espírito Santo, no qual cada adolescente, buscou com todo fervor pelo novo nascimento.

em seguida o Pastor Geraldo Vilhena deu uma palavra sobre o significado da Santa Ceia, que através do pão e do suco de uva após apresentado os elementos para o Senhor Jesus fica abençoado, e é feito em memória do sacrifício dele na cruz cruz do calvário. na medida que cada um participava houve uma alegria da parte de cada adolescente, e algumas  famílias também presentes participaram da Santa Ceia.




Houve a determinação do Batismo do Espírito Santo.


Em seguida os adolescentes foram encaminhados para cumprir as escrituras sagradas sobre o batismo nas águas, o Pastor Geraldo Vilhena explicou o significado sobre o batismo nas águas e sobre a importância do novo nascimento, de levar uma vida reta longe das más companhias, e ao todo foram batizados seis jovens, que aceitaram ao Senhor Jesus.


Já na saída um adolescente surpreendeu ao Pastor Geraldo Vilhena com uma maquete do Templo de Salomão que fez com dobraduras de jornais,

para finalizar os funcionários agradeceram a nossa presença e relataram uma mudança após o trabalho que vem sendo realizado pela Igreja Universal do Reino de Deus na Fundação Casa de São Paulo.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Não se deixe aprisionar pela soberba

Não se deixe aprisionar pela soberba

Cuidado para não se tornar vítima do próprio orgulho

Olhar por cima do ombro, empinar o nariz, cruzar os braços e fingir que está ouvindo. A altivez e a arrogância de uma pessoa com essas atitudes não devem ser confundidas com brio e dignidade. Pelo contrário, segundo a psicóloga e consultora organizacional Meiry Kamia, uma pessoa que demonstra um sentimento de superioridade sobre os outros é soberba.
O soberbo gosta de vangloriar-se com as conquistas, porém, para as derrotas sempre aponta um culpado. A altivez das suas atitudes, que pressupõe segurança no que faz, é na verdade um mecanismo de defesa que apenas confirma o quanto é inseguro em relação às suas tomadas de decisão. Para a psicóloga, a soberba é uma máscara da baixa autoestima. A pessoa precisa compensar a falta de segurança em si, se autoafirmar o tempo todo, até mesmo destratar e desprezar o outro.












“É como se a pessoa tivesse que lembrar a si mesma o quanto ela é importante e especial. Esse funcionamento psicológico tem início, muitas vezes, na infância, com alguma experiência negativa e traumática, em que se sentiu menos importante. Para não ter que sentir essa sensação de rejeição novamente, ela valoriza a si mesma. Como num ciclo vicioso, para se defender da sensação de insegurança, ela precisa depreciar o outro, para mostrar a si mesma que, de alguma forma, que é especial”, constata Meiry.
Agindo dessa maneira, como se fosse o centro do universo, e acreditando que suas opiniões são mais importantes do que as das outras pessoas, o soberbo corre o risco de não enxergar o óbvio, não aceitar ajuda, não agir mais naturalmente e desgastar suas relações de amizade, profissionais e familiares. Essas atitudes o prejudicam, na medida em que não o permitem viver bem e feliz.
“Na verdade, a soberba é uma prisão psicológica em que se gasta muita energia para manter a ilusão de perfeição para si e para os outros. Pessoas soberbas normalmente são exigentes demais consigo mesmas e, consequentemente, com os outros. Não perdoam as falhas. Então, conviver com elas é cansativo e chato. O soberbo é incapaz de elogiar, pois, reconhecer o talento do outro significa uma ameaça para si mesmo, pelo medo de não ser suficientemente bom”, aponta Meiry.
Amigo do soberbo
Se a necessidade de estar com a razão é o que mais prejudica o soberbo, por outro lado também é muito difícil ser amigo, familiar ou colega de trabalho dele e lidar com uma pessoa que acha que somente as suas ideias são boas. De acordo com a psicóloga, é preciso separar o que é um problema só do soberbo, pois quando ele atinge ou magoa alguém, não é porque tem problemas específicos com aquela pessoa, mas porque trata todos do mesmo jeito.
Você deve aceitá-lo como ele é e incentivá-lo a querer mudar. Só ele poderá realizar a própria transformação. “As pessoas só mudam quando elas mesmas decidem, e é preciso que tenhamos paciência para respeitar o tempo de cada pessoa. Inteligente é a pessoa que consegue compreender como cada ser humano funciona e aprende a lidar com cada um delas, da forma como cada pessoa se apresenta, com todas as suas qualidades e deficiências”, afirma a psicóloga.
A melhor maneira de ajudar, é mostrar que você não está ali para competir com o soberbo, mas para fazer o melhor que puder por ele, pela família, pela manutenção da amizade ou pelo trabalho na empresa. Isso, de forma objetiva, sem sentimento de superioridade ou inferioridade, ou como uma corrida para ver quem chega mais rápido ou com mais status ao pódio.
“Com o tempo, a pessoa perceberá que você é alguém confiável, que não está lá para desmascarar a fraqueza dela. Essa confiança, desenvolvida por sua paciência e compreensão, poderá ajudar essa pessoa a não mais competir com você, e sim se relacionar com você.”
Não caia na armadilha
Mas cuidado para você mesmo que está tentando ajudar o seu amigo ou parente não cair na armadilha do orgulho exacerbado. Ainda segundo Meiry, a tendência natural das pessoas é julgar e querer mudar as outras pessoas. Entretanto, isso também não deixa de ser um tipo de soberba. “Ocorre quando nós achamos que somos melhores que os outros, e que se alguém tem que mudar, esse alguém é o outro. Todavia, tomamos o lugar do soberbo a partir do momento em que julgamos que quem é o problemático é o outro. É preciso muito cuidado para não sermos vítimas do nosso próprio orgulho.”



Próximo do Templo de Salomão, a UNIVERSAL ofereceu um grande almoço para as famílias dos internos da Fundação CASA.
O Grupo de voluntários da UNIVERSAL que realizam um importante projeto  dentro das unidades da Fundação CASA no estado de São Paulo,oferecem um grande almoço próximo ao Templo de Salomão para as famílias dos internos.

Neste último domingo aconteceu este evento.A primeira tecladista e cantora da UNIVERSAL Cristina Miranda   alegra  os presentes com canções alegrando a todos.


O Pastor Geraldo Vilhena (Coordenador de evangelização em unidades da Fundação CASA de São Paulo.) inicia o evento  ressaltando  que os jovens internos são  vítimas de  legiões de espíritos malignos, que os leva para as  drogas e a criminalidade em geral.Mas quando eles se  libertam destes espíritos através da fé,voltam ser pessoas idôneas para sociedade.


Como aconteceu com o palestrante  Amauri que fala de suas experiências no mundo do crime e drogas.Começou aos 11 anos de idade  no contrabando de armas e munição, depois foi gerente de boca  no trafico.Chegou a bater em seu próprio Pai ,era agressivo quando estava sob efeito das drogas.Mas sua mãe nunca  desistiu de lutar pela sua recuperação.Ela já buscava em oração e propósitos na igreja  e  DEUS  honrou sua fé , até que um dia cansado daquela vida resolveu  sair entregando todas as armas  e munição no altar da DEUS.Comenta que levou sete meses  para  se libertar totalmente da vontade das drogas.Hoje passados 19 anos que esta liberto ,e tem uma vida e família abençoada. 

Como também a Sr Ana Campos que era alcoólatra 

Nelson viciado em varias drogas

Walter também cheio de vícios

Laudilino ex- assassino 

Senhora Marcia  era  cheia de magua, orgulho

Após as palestras o pastor Geraldo Vilhena junto com os voluntários realizam oração da fé para arrancar o mal de todas as famílias .

Veja nesta foto mostra pessoas se libertando dos espíritos malignos 

Após esta  libertação foi servido delicioso almoço para famílias .Almoço este com muita variedade de pratos sobremesas,algodão doce e sorvetes , tudo preparado com muito carinho pelas voluntárias.

Algodão doce feito na hora.

Para  fechar com chave de ouro este evento ,foram doados muitos exemplares do livro A ULTIMA PEDRA onde os adolescentes e suas famílias terão acesso  a muita  informação do mal que as drogas fazem.