segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Dois mundo

 30/5/2016 às 00h10

Dois mundos, uma realidade: consulesa da França relata infância no gueto a menores infratores

Para Alexandra Loras, "potencial rebelde" dos adolescentes deve ser usado como talento

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Giorgia Cavicchioli, do R7


 

Consulesa contou sua história de vida para os meninos da fundaçãoLaureen Mello/Divulgação

Um portão. Dois portões. Um pátio grande em que é preciso acelerar o passo para chegar rápido até o próximo portão. Dentro dele, mais uma espera até que o terceiro portão se feche para que seja aberto mais um portão. Depois disso, é preciso andar mais um pouco. Mais um pátio. Esse tem pequenas salas que parecem caixas beges com portas e janelas amarelas. Porém, as portas e janelas não são como as de outras salas. As portas têm cadeados. As janelas? Apenas furinhos.

Dentro de uma dessas salas uma mulher da elite conversa com cerca de 20 meninos que cometeram erros e foram parar na Fundação Casa. A cena é inusitada, mas os personagens desses dois mundos têm algo que os aproxima: a realidade de onde vieram. Na última terça-feira (24), a consulesa da França em São Paulo, Alexandra Loras, foi até o Centro de Atendimento Socioeducativo João do Pulo, na Vila Maria, em São Paulo, para dar uma palestra sobre racismo e meios de lidar com a discriminação racial.

Alexandra contou um pouco de sua história para os meninos e disse que “para ser bom, todos precisam da sombra”. Ela procurou incentivá-los a fazerem escolhas diferentes das que a sociedade impõe para eles. Segundo Alexandra, quando quis um lugar melhor, uma “voz interna” dizia que ela não poderia realizar os seus sonhos.

— "Você é negra, você é da periferia". Quando comecei a lutar contra essa voz comecei a ter outros resultados. A sociedade tinha me marcado como mulher, como negra. Estou segura de que vocês têm a parte da rebeldia que é muito poderosa.

A consulesa nasceu na periferia parisiense e diz que tinha uma família “disfuncional”, mas se formou jornalista e cientista política e foi apresentadora de TV na França. De acordo com o membro da diretoria técnica da fundação José dos Santos Filho a presença de uma pessoa “de carne e osso” e que venceu mesmo frente às dificuldades faz com que os meninos tenham mais esperança no futuro depois de saírem de lá.

— Na medida em que eles olham uma pessoa negra, bonita, culta, um ser humano que venceu, mostra que o caminho é estudar e se valorizar.

De acordo com ele, a visita da consulesa faz parte do programa Quesito Cor, que discute questões relativas à diversidade étnico-racial dentro da fundação. O percentual de meninos negros que estão lá chega a quase 70%. Santos diz que é feita “uma série de atividades para que se resgate a auto estima dessas pessoas”.

Pensando nisso, Alexandra mostrou para os meninos que eles podem tentar mudar essa realidade imposta pela sociedade que já quer delimitar o espaço deles. Ela mostrou vários dados que comprovam como o racismo está enraizado na sociedade e como é difícil mudar essa realidade.

— Nós podemos fazer coisas para mudar nossa sociedade. É com essa geração que a gente vai mudar a sociedade. Vocês são o futuro da sociedade. Vocês já são líderes de opinião por não se colocar no sistema. Começa a enxergar que o seu potencial rebelde mostra o poder que vocês têm. Como você pode colocar nessa força, nesse talento, em um desafio que pode fazer parte de um plano?

Durante os questionamentos de Alexandra, os adolescentes se mostravam um pouco tímidos e com vergonha de fazer perguntas e interagir com ela. Porém, com o tempo, ela foi ganhando a confiança dos meninos, que faziam observações e perguntas de como fazer o programa de Au Pair, por exemplo, depois de a consulesa contar como foi sua experiência na Alemanha trabalhando como babá e ganhando seu próprio dinheiro aos 17 anos. O grande medo deles era não conseguir ser acolhido em uma família pelo fato de terem passado pela fundação. Porém, ela disse que isso não é nenhuma barreira para entrar na área e que é preciso apenas estar interessado e falar inglês. Aliás, a grande recomendação dela para os jovens foi a de aprender a língua.

— Eu já não aguentava mais minha família disfuncional, o preconceito. É um sistema de babás que tem também para os homens.

Outro momento em que os adolescentes se interessaram pela palestra foi quando ela disse que empresas francesas no Brasil estão procurando por diversidade em suas companhias. Olhando para os meninos e aproximando a mão ao coração, Alexandra disse: “eu quero ajudar vocês, mas vocês têm que me procurar”. Segundo ela, foi aberta uma “janela” para essa comunicação, mas eles têm que “correr atrás”.

— Não pensem que vocês não merecem. Somos iguais, somos iguais. Com nossa parte única, mas somos todos aqui já vencedores.

Alexandra mostrou para os meninos também como meditar para se sentir melhor, como se sentir “donos dos lugares” onde estão para não se sentirem diminuídos e como buscar inspiração em pessoas que podem ser seus pilares para uma vida melhor.

Depois da palestra, a consulesa disse que a atividade foi “um desafio” porque, segundo ela, existe uma diferença entre o que você imagina que vai encontrar dentro da Fundação Casa e o que você realmente encontra. Ela afirmou também que sentiu, no começo, uma resistência por parte deles, como se eles se perguntassem “o que ela vai falar aqui”?

— Foi desafiador, mas como meu pai foi morador de rua, meu irmão pequeno caiu no crack, eu nasci no pior gueto parisiense [...] [Quero] mostrar para eles que também vim em uma família disfuncional. Eu sei que são pessoas e talentos. Rebeldes e líderes. Se eles chegaram aqui eles são contra o sistema. Não é tudo ruim. Ao invés de deixar eles se tornarem pior, a gente precisa dar apoio e empoderamento para eles saberem que eles têm chance.

Os meninos também ficaram bem animados com a conversa e saíram de lá falando que “foi muito legal ver uma pessoa de fora”. Um deles disse que gostou da conversa, pois Alexandra falou “um monte de coisa” que não sabiam.

Para a encarregada técnica, Teresa Lupianaez, a ida da palestrante “trouxe uma realidade que, para eles, não é vista”, pois eles “não acreditam que podem ter um futuro lá fora”.

— São adolescentes que não diferem dos meninos de casa. Os caminhos é que foram diferentes. Nós temos as mesmas dificuldades. Independente disso, existe um caminho diferente que a gente pode tentar.



Voluntários da UNIVERSAL, leva um Salão de Beleza para as famílias dos internos da Fundação CASA.

 Neste último domingo aconteceu um evento na Fundação CASA, realizado pelos voluntários da UNIVERSAL.

 Voluntário Laudelino iniciou com uma oração abençoando  todos internos e famílias que estavam ali presente. falou também da importância de usar a fé racional.


 Em seguida os voluntários da UNIVERSAL que fazem parte do Projeto Beleza atenderam as famílias dos internos 




 No final os voluntários distribuíram a rosas amarelas simbolizando o Senhor Jesus para todas as famílias. 



Os funcionários da Fundação CASA agradeceram o evento realizado pela UNIVERSAL.

domingo, 16 de janeiro de 2022

A Fome não tem religião

 A fome não tem religião.

 
São Paulo - Em 2013, 52 milhões de brasileiros tiveram algum tipo de dificuldade para comprar alimentos. Apesar de o número ser alto, ele está em queda. Segundo dados do PNAD, entre 2009 e 2013, a quantidade de casas com insegurança alimentar caiu de 30,2% para 22,6%. No entanto, 7 milhões de pessoas ainda passam fome no Brasil.




São famílias que vem de longe e que enfrenta ônibus lotado enquanto torce para que a sacola pesadas, roupas ou até perfume seja permitida na entrada da Fundação CASA é a rotina de mães, esposas e irmãs dos internos que visitam semanalmente a Fundação CASA. Famílias que muita das vezes sai de casa de manha para não pegar muita fila, nem tomam sequer o café da manha porque tem dificuldade para comprar alimentos, saem apenas com o dinheiro para visitar os seus filhos ou maridos, foi pensando nestas Famílias que os voluntários da UNIVERSAL, realizam todo o primeiro domingo do mês um delicioso almoço para servir as famílias dos jovens internos da Fundação CASA. 



Neste domingo do dia 05/06 foi realizado pelos voluntários da UNIVERSAL um delicioso almoço para as famílias dos internos da Fundação CASA, foi com muito amor e carinho que as famílias dos internos da Fundação CASA foram recebidas pelos voluntários da UNIVERSAL. Para animar ainda mais a festa contou com a presença da primeira tecladista da UNIVERSAL a cantora Cristina Miranda com a participação da cantora Caroline dos Santos junto do voluntário Davi cantou lindos louvores para glorificar e adorar o Senhor Jesus.





Na seqüência o pastor Geraldo Vilhena Coordenador responsável pela Evangelização na Fundação CASA de São Paulo da uma palavra de fé para os familiares dos internos da Fundação CASA e diz que existem problemas físicos e problema espiritual e explica que uma pessoa com epilepsia ela não tem cura porque ela é uma doença espiritual e que se a pessoa esta com dor de cabeça constante e que sabe que há algo errado no corpo dela ela vai faz exames e não consta nada nos exames e ela continua sofrendo com a dor de cabeça e que há pessoas que á anos esta sofrendo com um problema crônico e que para ela esta sendo impossível vencer esse problema, pastor Geraldo Vilhena explica que o problema dessas pessoas e de seus filhos é extremamente espiritual e que o problema impossível só sai através da fé no Senhor Jesus. Logo em seguida o pastor Geraldo Vilhena faz a oração da fé junto com os voluntários para que os familiares tivessem uma libertação de toda ação do mal, depois levam todos a entregar a suas vidas para o Senhor Jesus.









Na seqüência foram distribuídos para os familiares os trabalhos de cartolinas que é realizado a dinâmica com os jovens na Fundação CASA com a Folha Universal




foram doadas roupas e centenas de livros NADA PERDER 03 DO BISPO EDIR MACEDO 





Logo em seguida foi servido o almoço também foi servidos sorvetes








Lembrando que todos os primeiros domingos de cada mês é realizado um almoço, oferecido pelos voluntários da UNIVERSAL, para as famílias dos internos da Fundação CASA.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

Como a pornografia prejudica a vida das mulheres

    Como a pornografia prejudica a vida das mulheres

Saiba como proteger o seu casamento dos conteúdos eróticos e aprenda como se livrar do vício



Curiosidade, medo, insegurança, ilusão. Estes são alguns sentimentos que fazem com que muitas mulheres aceitem a pornografia em suas vidas, seja para consumo próprio, seja por influência do parceiro. A mídia divulga que assistir esse tipo de conteúdo é algo normal e que ele ajuda a apimentar a relação do casal. Essa informação é falsa, porque o que a pornografia traz para a vida dos casais se resume a uma única palavra: destruição.

Nos vídeos, mulheres e homens com corpos esculturais mostram cenas de prazer que envolvem orgias, pedofilia e fantasias. Os atores são pagos para interpretá-las e, na maioria dos casos, são pessoas depressivas e que gostariam de ter outra vida. Então, por trás da imagem que mostra o sexo fantasioso, existe muita solidão.
Para Bárbara Dalcanale Menêses, psicóloga, sexóloga e palestrante, é preciso entender que há muitos mitos em relação à sexualidade e um deles é de que o homem tem necessidade de acessar a pornografia. “Algumas esposas acham que consumir pornografia faz parte do universo masculino e que elas têm que se submeter a esta situação. Então, a mulher tenta aceitar e acaba se calando para não criar atritos no casamento”, explica Bárbara.
Além de prejudicar a relação entre o casal e fazer com que a esposa se sinta um objeto, Maristela V. Botari, psicóloga especialista em relacionamentos afetivos, cita outra situação que é muito comum. “As mulheres também procuram a pornografia para ‘ganhar mais experiência’, praticar a masturbação e, normalmente, acabam se frustrando”, ressalta.
Quando a curiosidade prejudica
De acordo com dados divulgados por sites pornográficos, o Brasil é o País no qual mais mulheres acessam esse tipo de material. Enquanto em todo o mundo 22% dos consumidores são mulheres, aqui elas já representam quase 30%.
A empresária Daniela de Jesus Santos, de 36 anos, fez parte dessa estatística. Ela conta que por se sentir desvalorizada no casamento buscou assistir aos vídeos para chamar atenção do companheiro. “Assistia filmes eróticos na internet porque queria encontrar soluções para o relacionamento. Cheguei a comprar objetos em lojas de produtos eróticos. Tentava ser igual uma prostituta somente para agradá-lo”, afirma.
O parceiro dela também assistia e, para satisfazê-lo, Daniela o acompanhava. “Mas nada adiantava. Nossa relação só esfriava e achava que se não fizesse aquilo ele me trocaria por outra. Cheguei a tentar o suicídio duas vezes”, diz a empresária.
Mas, quanto mais assistia, mais depressiva ficava. “Cheguei ao ponto de ficar horas em frente ao computador, só pensava nas cenas. Sabia que aquilo era errado e decidi fazer o certo”, diz.
Ela diz que mudar não foi fácil. Ela queria parar de fazer uso dos conteúdos eróticos, mas o parceiro não quis abrir mão da pornografia. Assim, firme em sua decisão, Daniela resolveu terminar o casamento. “Joguei fora tudo que me ligava à pornografia. Deixei as velhas amizades, roupas, os lugares e passei a exercitar minha mente a ser diferente. Hoje estou feliz, em paz e tenho a consciência tranquila sem nada do que me acusar”, completa a jovem.
E o que fazer se o marido tem essa compulsão?
A cabeleireira Crislaine Oliveira (Foto ao lado), de 26 anos, descobriu os constantes acessos do marido no início do casamento. “Brigávamos muito por conta disso. Ele dizia que era normal, que eu tinha que aceitar e, com isso, perdi a autoestima. Ia dormir chorando quase todos os dias, pois sabia que ele ficava vendo aqueles vídeos madrugada afora”, lamenta.

Ambos sabiam que aquela prática era errada, mas, mesmo assim, não sabiam o que fazer para resolver o problema. “Meu esposo, Paulo, no fundo sabia que era prejudicial, porém as nossas brigas não o motivavam a parar. Até que eu tomei a decisão de aos poucos mudar as atitudes e parar de cobrá-lo”, revela.
Ela deixou de questioná-lo e, quando percebia que ele estava assistindo pornografia, sentava e conversava com calma sobre o que pensava daquela atitude. “Mostrei para ele que aquilo me fazia muito mal. Não foi da noite para o dia que ele conseguiu mudar, mas, depois da minha mudança, ele decidiu lutar para se libertar daquele vício”, diz.
Eles decidiram continuar casados e hoje descobriram a importância do amor inteligente para a saúde da relação. “Tanto o esposo quanto a esposa precisam sentir segurança um no outro e a pornografia é algo que só destrói. O Paulo não acessa mais e aprendemos a nos unir para enfrentar os problemas e construir um casamento feliz”, conclui.
Uma relação saudável e sem pornografia
Nanda Bezerra, escritora e palestrante, esclarece que hoje em dia com a facilidade de acesso à internet as pessoas consomem facilmente esse tipo de material que prejudica tantas famílias e, por isso, para ela, a mulher não deve aceitar a pornografia em nenhuma situação.
“É algo que leva você para o vício, para um abismo sem fim. Se você quer ter experiência, não assista, não se envolva com isso. Mas, se você já está viciada em consumir, se revolte e decida hoje mesmo parar. Corte o que está enfraquecendo você, seja radical”, aconselha.
Agora, quando é o parceiro quem persiste no erro e se recusa a deixar o vício, o diálogo é sempre o primeiro passo para ajudá-lo. Jamais aceite o errado por medo de perdê-lo.
Por que as mulheres consomem pornografia? 
Timidez
As mulheres encontram dificuldade de se expressar sexualmente, de conversar sobre sexo e sexualidade.
Inovação
Muitas vezes, elas buscam a pornografia para descobrir novas formas de dar prazer
ao homem, como poder variar posições, imaginando que todos os homens se estimulam dessa forma.
Curiosidade
Há jovens que têm o desejo de saber como é o sexo e buscam por meio de sites e vídeos algo que tire suas dúvidas.
Comparação
Muitas querem comparar o desempenho do ator ao de seu parceiro e acham que os vídeos podem ser uma forma de aumentar sua excitação.



O que as deboras da  UNIVERSAL fazem fora do Templo de Salomão na Fundação CASA.






 Grupo Débora é um grupo de esposas de bispos e pastores da Igreja Universal do Reino de Deus, que se unem para somar esforços, e aumentar ações solidarias, com o objetivo de ajudar o próximo, apoiam e incentivam instituições que prestam serviços à sociedade.


                         Bem cedinho nesta última terça-feira, uma equipe de fé esteve presente, na Fundação Casa Mooca ,Chiquinha Gonzaga, essa equipe composta por esposas de bispos e pastores da IURD, que tem por objetivo levar alento aos mais necessitados,  e o evento foi visto em todos os detalhes,dos arranjos da decoração, e todos os quitutes servidos neste dia.












 Dona Silvania Costa, deu início ao evento e disse: "todas nós temos uma história de vida. cada uma de nós temos um passado. Se a noite você conversa com seu travesseiro e pensa que não tem mais jeito, nós queremos somar alguma coisa na vida de vocês , Deus deu para cada uma de nós uma nova chance, e quer dar para vocês também, basta você querer, " 



quem esteve presente no  evento foi o   pastor Geraldo Vilhena coordenador Estadual de evangelização em unidades da Fundação Casa de São Paulo, fez uma oração especial pela libertação das adolescentes e deu uma palavra sobre libertação das drogas disse: ele “O maior problema  que hoje a sociedade enfrenta são com as drogas,  e somente com a ajuda de de Deus é que se pode ter a libertação a pessoa tem que usar uma fé inteligente, se as drogas tem sido o seu problema maior, então recorra para o Senhor Jesus uma atitude pode  mudar sua vida.”

Dando continuidade ao evento foi a vez da palestra, com o auxilio do Bloco de Ajuda aos Dependentes Químicos  quem começou o debate foi Robson ex-usuário de drogas disse ele: “ Comecei cedo no mundo das drogas achando que ia usar socialmente, com o passar do tempo  fiquei um dependente químico. Pastor Geraldo pergunta: Com quantos anos você começou no mundo do crime?  Robson: com 13 anos no tempo de escola fiquei curioso e fiquei também um dependente.   
O mundo das drogas ele te da aparentemente, mais depois vem o resultado  de uma plantação, com o passar do tempo se perde totalmente a dignidade. Pastor Geraldo pergunta? Qual foi a maior dificuldade que você teve para largar as drogas?  Ele responde: As amizades quando se ta na pior ninguém te procura, mais a primeira coisa se você sair daqui, eles vão aparecer no seu portãoPastor Geraldo diz: o que vocês adolescentes fizeram não chega nem aos pés do que este palestrante fez, a saída, é o querer de cada uma de vocês hoje você está aqui, é o melhor que o governo pode dar, mais falta nas suas vida o principal, que é ter um encontro com Deus, porque o problema maior é o espiritual, é somente com a ajuda de Deus é que vocês terão uma saída finalizou ele.


 . Entre as atividades apresentadas, teve uma linda peça teatral, que conta a história de um empresário que não tinha tempo para a família, somente para o trabalho e der repente se depara com a morte, e ele vê que não adiantou juntar tanto dinheiro.
 A festa ficou animada com a distribuição de muito bolo com refrigerante, as meninas dançaram ao som de uma linda apresentação musical apresentada pela Ana Paula, que com uma coreografia toda especial tocou no coração de cada uma das meninas. Funcionários da casa agradeceram a presença de todos os integrantes da IURD, são momentos assim que vale a pena fazer o bem, sem receber nada  em  troca a maior recompensa e ver as adolescentes sendo libertas e transformadas, e  no futuro também poderem dar o seu testemunho.                              




Que o Senhor Jesus abençoe a todos.