sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

O que fazer quando o pior inimigo trabalha ao seu lado?.

O que fazer quando o pior inimigo trabalha ao seu lado?.Levante a mão quem nunca teve conflito com colegas em seu emprego. Se isso acontece nas relações cotidianas entre as pessoas, é de se esperar que ocorra também no trabalho, não é mesmo? Portanto, se você não teve nenhum embate ainda, prepare-se, pois certamente terá. Trata-se de uma ocorrência normal em locais onde se lida com outras pessoas.

Além disso, os especialistas apontam que se você não possui adversários é porque está trabalhando da forma errada. Para a coach e consultora de carreira e imagem Waleska Farias, o bom trabalho pode incomodar alguns colegas e motivar embates. “Eles podem acontecer por diferentes motivos, pois os seres humanos divergem muito em suas ações e seus pensamentos.”
Ela afirma que, nesse contexto, o debate de ideias pode ser até saudável e contribuir para o crescimento profissional e também da empresa, mas é importante estar atento quando esse limite é ultrapassado e surgem colegas dispostos a tudo para tomar o seu lugar, utilizando até os subterfúgios mais baixos.
O que fazer nesse momento?
De acordo com Waleska, é comum determinadas pessoas, por se acharem incapazes e terem necessidade de autopromoção, tentarem estabelecer-se com base na mentira, na intriga e na fofoca, para conquistar atenção e mobilizar grupos. “Mas esse tipo de estratégia não se sustenta ao longo do tempo e pode, inclusive, comprometer a reputação desse profissional.”
Para a consultora, a melhor atitude é fazer o seu trabalho da melhor forma possível e procurar sempre o nível da excelência. “Seja também solidário. Ajude os colegas em suas funções. Isso contribui para preservar a sua imagem e amplia a percepção de valor que as pessoas têm de você.”
Fuja do “disse me disse”
Nem sempre é fácil fugir das intrigas e fofocas, ainda mais quando você se torna o objeto da conversa entre os colegas. “Porém, essa é a melhor alternativa para evitar conflitos desnecessários”, afirma Waleska.
A estudante de pedagogia Jane Albuquerque Rodrigues, de 31 anos, sabe muito bem o que é isso, pois passou por uma situação que testou a sua conduta. Ao participar de um programa temporário do Governo para dar aulas para turmas de 5ª, 6ª, 7ª e 8ª séries do Ensino Fundamental em uma escola pública de Teresina, no Piauí, ela se viu envolvida em situações criadas por uma colega de trabalho. “Eu tinha muita empatia com as crianças e fazia meu trabalho muito bem. Sempre chegava com antecedência para dar minhas aulas e isso passou a incomodá-la.”
Ela percebeu que a colega passou a invejá-la e a maldizer o seu nome pelos corredores da escola. “Eu fiquei um pouco chateada com aquilo, mas não me abalei.” Instintivamente, Jane resolveu não partir para o conflito. “Eu mantive a minha educação. Acho que isso até a incomodou mais ainda. Eu continuei fazendo meu trabalho e, inclusive, recebi elogios da diretora da escola”, conta.
Aos poucos, a fofoca foi diminuindo e Jane ouvia cada vez menos comentários a seu respeito. Ela reconhece que isso se deve principalmente ao seu comportamento de controlar-se e não dar armas à adversária. “Nunca falei nada sobre ela. Acho que a verdade prevaleceu”, salienta.
Às vésperas de formar-se, pois está no último semestre do curso, a jovem pretende continuar mantendo a sua conduta e não envolver-se em intrigas e fofocas em qualquer trabalho em que esteja. “Inclusive, a diretora da escola me disse que, se houver oportunidade para que eu participe do programa novamente quando houver vagas, me chamará. Acho que fiz um bom trabalho.”
Para a consultora Waleska Farias, o comportamento de Jane mostra que as organizações empresariais ou públicas estão atentas ao modo de agir de seus colaboradores. “Sem um bom referencial de conduta, não há muita chance de crescer profissionalmente. A excelência das ações conta tanto ou mais que as qualificações técnicas e os maus hábitos demitem”, alerta a especialista.







Neste ultimo domingo, foi realizado, um almoço especial para mães dos adolescentes da fundação casa,
Na Igreja Universal do Reino de Deus – Brás


Os voluntários preparam variados pratos de doces e salgados para oferecer este almoço com a coordenação
Do Pastor Geraldo Vilhena responsável pelo
Trabalho de evangelização nas unidades da Fundação
Casa de São Paulo.











As mães foram trazidas das unidades pelos voluntários
Não só participarem do almoço, mas principalmente.
Do conteúdo passado pela palestra e através de testemunhos vivenciados por ex traficantes, criminosos e ex – drogados. Que hoje estão libertos e sendo conduzidos
Pelo espírito de DEUS levando sua história para libertar
Os que estão cativos nas mãos do mal.

 Pelos testemunhos apresentados pelo Sr. Amauri e Sra. Nelma, que estiveram envolvidos por muitos anos nas drogas , trafico e criminalidade, fica claro que a guerra é espiritual. Existe sempre um espírito do mal agindo por traz da pessoa envolvida com as drogas e criminalidade.


O Pastor Geraldo, dá uma palavra sobre o espírito do engano. Ele diz; porque e este espírito que está agindo na vida de seus filhos ele entra na mente dos jovens que estão.
Vazios da presença de DEUS e encontram passagem livre
Para agir, fazendo com que seus filhos pratiquem o mal.
Fazendo com que acreditem que o que fazem é normal, não conseguem visualizar que estão fazendo mal á outras.
Pessoas e que vão ter que pagar um preço por isto, só que infelizmente a família também acaba sendo envolvida.
Pelo mal que o filho executou. As mães nunca acreditam
Que seus filhos foram usados pelo mal. Mas como o menino é bom, sempre haverá possibilidade para recuperação. A luta é diária contra a ação do mal ,as mães
Devem usar a armas da FÉ fazendo propósitos e correntes
De libertação pela vida de seus filhos. Porque quando aceitamos a Jesus Cristo em nossa vida as perseguições
Aumentam e há somente uma saída usar a FÉ.
Temos sempre que estar com nossa FÉ em cima e deixar os problemas em segundo plano. Todos os dias somos desafiados e devemos estar sempre com o coração limpo
Para não sermos contaminados com a ação do mal.


Após esta mensagem o Pastor Geraldo faz uma oração
Forte de libertação e pede para os obreiros ficar atentos
E orar também pela vida das mães ali presentes.















Em seguida o grupo de Teatro do Brás apresenta a peça
O VALE DA SOMBRA DA MORTE

Nesta peça retrata claramente a ação dos espíritos das trevas na vida das pessoas, quando ela se deixa dominar.
Pelos vícios , magoas ,cobiça, ambição. Esta pessoa fica pressa sendo dominada completamente pelo mal deixando a pessoa cega em todos os sentidos da sua vida. Mas quando ele lembra que existe JESUS CRISTO e procura força nele para ser liberto. Então JESUS CRISTO
Vem para nos curar, libertar e salvar. E pelo seu infinito amor e misericórdia nos resgatam totalmente das mãos do mal. 































Ao final desta apresentação as famílias se servem do delicioso almoço, sobremesas, sorvetes e refrigerantes.









Na saída às famílias recebem alimentos da cesta básica 






Os trabalhos do jornal que são feitos pelos adolescentes dentro a fundação casa são dados às mães e também os livros do Bispo Macedo são doados.








E assim encerra mais um maravilhoso evento dedicado
A família dos adolescentes da Fundação Casa, temos.
Plena certeza que a direção e semente foi plantada e

No tempo certo dará muitos frutos para honra e glória do nosso Senhor JESUS CRISTO.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Profissões da Bíblia - Vendedor de tecidos

Profissões da Bíblia - Vendedor de tecidos

A venda de tecidos era uma das atividades mais lucrativas da Antiguidade

Paulo está em sua segunda grande viagem missionária, ensinando as pessoas sobre a Salvaçãoem Jesus, e, enfim, chega à cidade de Filipos, naMacedônia. Fora da cidade, Paulo encontra um lugar para orar, juntamente com Silas, e eles conversam com as mulheres que estavam naquele local.

Uma delas é Lídia, que era temente a Deus. Sua profissão era de vendedora de tecidos de púrpura, na cidade de Tiatira. Após ouvir a pregação de Paulo, Lídia e sua família são batizadas. Vendo que os apóstolos não tinham onde ficar, ela os convida a permanecerem com sua família.
A Bíblia não relata, mas é possível que Lídia houvesse mudado de Tiatira para Filipos por causa do trabalho, e tudo indica que ela era a responsável por sua família, e que não tinha um marido.
Porém, a profissão de vendedora lhe permitia ganhos financeiros muito altos. Segundo Marco Valério Marcial, um poeta romano do século 1, um manto de púrpura, da cidade de Tiro, podia custar 2,5 mil denários – um denário era o valor de um dia de trabalho –, o que coloca esses tecidos como algo luxuoso para a época. Geralmente, os compradores pertenciam à elite política e militar. Seria como se ela fosse, hoje em dia, uma empresária do mundo da moda.












Comércio de tecidos na Antiguidade
Quando falamos em comércio na Antiguidade, uma forte referência é feita aos fenícios, porque eles eram os maiores promotores de vendas naquela época e comercializavam, além de tecidos, azeite, vinhos, móveis, joias e armas. Tinham uma grande vantagem por dominarem a tecnologia marítima.
Os barcos eram movidos por velas com a força dos ventos, as mercadorias ficavam estocadas no porão dos navios e eram protegidas em vasos de argila com areia dentro. Naquela época também já existia a pirataria, por isso era comum que um barco de guerra acompanhasse um barco de comércio, para evitar que saques ocorressem.
Havia postos comerciais fixados em vários lugares pelo Mediterrâneo, nesses postos ficavam marinheiros, comerciantes e artesãos. Porém, como o movimento era muito forte, o controle sobre as negociações, estoques e valores exigiu a criação de um alfabeto fonético pelos fenícios – o primeiro da humanidade –, qe possuía 22 letras e também acabou influenciando a criação do alfabeto ocidental de hoje.
O comércio de tecidos na cidade de Tiatira – hoje localizada ao oeste da Turquia – foi uma das especialidades do lugar, e para poder comercializar seus produtos era necessário que o vendedor pertencesse a uma das corporação de ofício – que tinham como objetivo regulamentar a profissão.












Processo de criação do produto
Nem todos os tecidos eram tingidos, pois a maneira de se conseguir as cores era muito trabalhosa. Por exemplo, a cor azul era criada com o anil, e esse corante era extraído de uma planta chamada Índigo(foto ao lado).
Já a púrpura – especialidade de venda de Lídia, conforme relata a Bíblia – era um corante, geralmente de cor vermelha, ou roxa, extraído de caramujos marinhos (foto ao lado). Uma característica que ajudava a aumentar o valor desse produto era que, com o passar do tempo, a tinta não desbotava.
Porém, para que o tecido fixasse a cor que recebia, era necessário que permanecesse por um tempo exposto ao sol. No caso da púrpura, por exemplo, o molusco era esmagado e a glândula que produzia a secreção que dava o tingimento era retirada. Por 3 dias ela ficava de molho em uma poção salina e então tudo era fervido em água, durante 10 dias, para que pudesse ser aplicado ao tecido.














































Um café da manhã especial Voluntárias visitam unidades da Fundação CasaAgência Unipress/SPSÃO PAULO – Recentemente, voluntárias que fazem parte da Associação das Mulheres Cristãs (AMC), instituição sem fins lucrativos ligada à Igreja Universal do Reino de Deus, visitaram duas unidades da Fundação Casa (Piratininga e Brás), em São Paulo, e, na oportunidade, recepcionaram os familiares dos internos com um delicioso café da manhã especial. À medida que chegavam para visitar os parentes, deparavam-se com uma mesa repleta de frutas, sucos e outras guloseimas, tudo preparado especialmente para eles. Segundo o pastor Geraldo Vilhena – responsável pelo trabalho evangelístico nas unidades da Fundação Casa em todo o estado de São Paulo –, presente no evento, juntamente com alguns obreiros da UNIVERSAL, o gesto tem por objetivo colaborar com o bem-estar dessas pessoas. “Em alguns casos, elas passam horas viajando, sem comer absolutamente nada; foi pensando nelas que organizamos essa recepção”, argumentou o pastor, destacando também que, além do café, todos receberam uma oração especial, bem como uma palavra de fé e ânimo.



































































































































































































quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Julgar lhe dá sensação de poder?

Julgar lhe dá sensação de poder?

Pesquisadores dizem que quem vive apontando o dedo para os outros apresenta fortes indícios de infelicidade



















A mulher tende a ser mais crítica e quase sempre se apressa em tirar conclusões precipitadas. No entanto, quando confunde as coisas e passa a julgar o semelhante sem parar, é preciso redobrar a atenção e avaliar o modo que tem se portado, pois se há algo realmente desagradável no ser humano é o ato de julgar os demais.
Mas, sejamos sinceros, quem nunca errou na vida que atire a primeira pedra. Contudo, ficar procurando perfeição nos outros ou viver o tempo todo julgando as atitudes de terceiros é, no mínimo, deselegante.
E há muito mais. A pessoa que vê tudo com “maus olhos”, diz um estudo da Universidade Wake Forest, nos Estados Unidos, apresenta fortes indícios de ser alguém desgostosa, infeliz e amargurada, com tendência a ser depressiva.
Por outro lado, afirma a pesquisa, quem olha as coisas de forma positiva e com encantamento é feliz, nobre e equilibrada emocionalmente. Segundo o psicólogo Dustin Wood, coautor do estudo, quando a pessoa tem essa compreensão positiva das demais certamente é mais satisfeita com a própria vida.
A escritora Nanda Bezerra postou recentemente uma mensagem esclarecedora no blog da também escritora e palestrante Cristiane Cardoso e advertiu exatamente sobre essa postura.
“A maioria de nós, mulheres, tem a mania de tirar conclusões precipitadas e isso nos leva a julgar os outros. Outro dia, eu estava prestando atenção nisso. Quando acontece uma situação e não ouvimos as duas partes, tiramos logo uma conclusão precipitada e julgamos sem saber de fato o que aconteceu”, escreveu.













Para a psicóloga clínica e palestrante Olga Tessari, as pessoas que julgam demais as outras e só veem erros na vida alheia, em geral, têm baixa autoestima, não estão abertas a aprender e, portanto, vivem em um mundo só delas.
“Normalmente, são pessoas extremamente metódicas e radicais em seus conceitos, ou seja, tudo que foge do seu ‘mundinho’ não serve, é errado e rejeitado. No entanto, elas agem assim por vários motivos, mas o principal deles é a cabeça fechada. Elas não aceitam o ‘diferente’ e, pior, não sabem lidar com ele. Por isso, julgam, menosprezam e ridicularizam. Isso não é bom e mostra alguém infeliz, que precisa de ajuda e de um autoconhecimento”, alerta a profissional.
Se você se identificou com tudo o que foi falado, procure refletir como tem sido a sua vida. Caso necessite, procure ajuda. Se for preciso, mude os seus conceitos, mas tenha a certeza de que o ser humano é tão falho quanto você, eu e cada um de nós. Não busque perfeição, mas motivos para ser feliz.




UNIVERSAL comemora aniversário da unidade da Fundação CASA Fênix.

E dia de festa! Parabéns


Comprovadamente sete e o número da perfeição, pois foi neste período que Deus criou o mundo é tudo que nele há, e a Fundação Casa Fênix completou 07 anos na última segunda-feira 06/10 com a gestão da Sra. Rosana.  


O evento teve a abertura com uma mensagem de fé e esperança do Pr. Geraldo, que engajou um bate papo com a ex-sensitiva  Marta Alves falando sobre sua história de vida, que teve momentos difíceis por conta da escolha de se entregar a espíritos malignos e fazer rituais para prejudicar outras pessoas.
Marta relatou que fazia tudo pois tinha a esperança de receber o poder que tanto prometiam, que teria uma vida próspera e feliz.   Mas nada disse aconteceu ao contrário somente sofrimento e dor.  Várias perguntas foram feitas pelos garotos pois muitos deles também já passaram por esta experiência. 
Porém Pr. Geraldo explicou sobre a importância de ter uma aliança com Deus par que tenham o livramento do mal e direção par fazer as melhores escolhas.

 Fez uma oração para libertação de todos os vícios e para que o Espírito Santo guardasse a cada um.


Em seguida a primeira tecladista e cantora da Igreja Universal do Reino de Deus  Cristina Miranda alegrou ainda mas a manhã com suas canções.

Enfim, saímos daquela unidade com a sensação de dever cumprido e que nosso carinho e afeto ficou na memória dos garotos e respectivos familiares.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Morreu a modelo Andressa Urach

Morreu a modelo Andressa Urach

Nesse dia 1 de fevereiro surgiu uma nova Andressa Urach, é o que Andressa garante após se batizar em uma Igreja Universal em Porto Alegre. "Me sinto purificada, aquela Andressa morreu e glorificarei o nome de Deus e do Senhor Jesus Cristo aos quatro cantos do mundo, o quanto ele é vivo, é maravilhoso!" contou emocionada.

Mesmo após sofrer outra complicação em sua perna por conta do hidrogel no sábado a noite(31), ela não deixou de cumprir o seu compromisso com Deus. Ela contou em seu Instagram que não pode ser batizada por imersão no batistério da igreja, e teve que ser batizada por aspersão(veja o vídeo), por estar com um dreno em cada perna, e segundo ela isso tudo é uma provação, e que está com muita fé, acrescentando que não existe cruz maior que não possamos carregar. Ela afirmou que se batizará por imersão assim que sua perna estiver curada.




A importância da Folha UNIVERSAL na Fundação CASA.


Esta dinâmica é feita nas Unidades da Fundação Casa de São Paulo, com a orientação dos técnicos da Fundação Casa e Obreiros da UNIVERSAL.
Pastor Geraldo Vilhena (Coordenador de evangelização em Unidades da Fundação Casa de São Paulo)






UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA PERGUNTA:Qual a importância da Folha Universal nesta dinâmica?
Pastor Geraldo Vilhena responde: A Folha Universal é rica em diversas informações que edifica os jovens internos e famílias na parte espiritual e social.
UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA PERGUNTA: Por que edifica na área espiritual?
Pastor Geraldo Vilhena responde: Por que os jovens tem informações de varias mensagens dos Bispos e pastores e também aos testemunhos de transformação de vida.
UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA PERGUNTA: Com esta dinâmica senhor tem observado mudanças ?
Pastor Geraldo Vilhena responde: Sim                                                                depois da implantação deste projeto os jovens internos tiveram mais interesse pela leitura.  Tendo como conseqüência um grande crescimento espiritual e educacional  na vida dos jovens na Fundação Casa.
É usado como fonte a FOLHA UNIVERSAL.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Quantas desculpas você tem dado para não mudar?

 Quantas desculpas você tem dado para não mudar?

Ludmilla, a primeira cadeirante a fazer parte do Godllywood, conta sua história de vida



"Ser exemplar no falar e no comportamento, discreta na aparência, um exemplo positivo em casa, no trabalho e na escola, corajosa e humilde para aceitar correção e mudar e construir uma fé sólida em Deus prometendo olhar o lado bom das pessoas." Esse é o voto que milhares de mulheres no mundo fazem ao ingressar no Godllywood.


A proposta parece ótima, mesmo assim muitas mulheres colocam inúmeras limitações para aceitar se tornarem pessoas melhores e seguem vivendo guerras interiores sem resultados positivos, além das consequências de seus maus hábitos. Elas recuam diante de algo que as ajudará a crescer, amadurecer e se desenvolver em todos os sentidos da vida.
Mas recuar não foi a atitude de Ludmilla Cecílio, de 24 anos, a primeira cadeirante a participar do grupo. E, apesar de ter muitos motivos para desistir, ela reforçou a ideia do Godllywood, que é de se superar em todos os momentos.
"Eu sempre fui 'popular', era a mais engraçada, animada, a que chamava atenção e as pessoas sempre queriam estar perto de mim. Contudo, era uma jovem rebelde com a mãe, que bebia muito, fumava, mentia, não gostava de estudar", conta.
Sua mãe, Ana Maria Ferreira Cecílio, de 47 anos, lembra como se sentia diante de tanta rebeldia da filha. "Me sentia mal, triste e angustiada", relata.
Mas um acidente mudou completamente a vida da jovem no auge dos seus 17 anos. Em dezembro de 2007, mesmo contra a vontade da mãe, Ludmilla saiu para mais uma balada. "Subi na moto e o motorista arrancou. Quando pegamos a estrada, ele olhou para trás para falar comigo e não prestou atenção e a moto foi para outra pista. Dali saiu um carro e, sem tempo de desviar, nós caímos e eu apaguei na hora", relembra.






O acidente a deixou tetraplégica. "Após o acidente, comecei a olhar minha vida. Eu sabia que dali para frente eu precisaria mudar." Não foi um processo fácil, mas as mudanças, apesar de lentas, foram acontecendo na vida de Ludmilla, até que ela teve um encontro com Deus e viu sua modificação. "As atitudes que tomo diante das situações são diferentes de antes. Hoje eu consigo ouvir a Deus e sei esperar o tempo dEle".
A transformação interior foi tão grande que ela queria mais e não recusou o convite para fazer os desafios Godllywood. "O que mais gostei foi literalmente ser desafiada a ser melhor para o meu Deus, para mim mesma e para todos ao meu redor." Logo depois, decidiu se inscrever no Rush (período de avaliações para entrar no grupo) e passou por mais uma preciosa lição: "Aprendi a não desistir, tenho que tentar antes", diz.
Nenhuma tarefa a intimidava. A mãe reconhece as mudanças. "Depois do Godllywood, ela está mais dedicada, compreensiva e meiga." Carla Leite, responsável pelo grupo no Rio de Janeiro, conta que a força de Ludmilla chamou sua atenção. "Ela não tem pena de si mesma e tem uma alegria contagiante. Não se limita e sua fé a faz chegar onde muitos não conseguiram, pois desistiram no meio do caminho."
O exemplo de superação a fez ter uma experiência que achava não ser possível estando em uma cadeira de rodas. "Eu achava que só poderia ser um exemplo e ajudar alguém se eu estivesse de pé. Nunca imaginei ser um exemplo estando em uma cadeira de rodas. Sempre achei que só seria quando meu milagre acontecesse. E Deus me mostrou que tudo posso, pois Ele é minha fortaleza e que muita gente precisa do meu testemunho para ver que nosso maior inimigo é o nosso eu."

































IURD distribui Bíblias na Fundação CASA-SPFamiliares e internos recebem exemplaresAgência Unipress InternacionalSÃO PAULO - A Coordenadoria Estadual de Evangelização em Unidades da Fundação CASA, através da Igreja Universal do Reino de Deus, tem como principal objetivo proporcionar meios para que o adolescente receba formação espiritual necessária para que haja mudanças em seu comportamento. Pensando nisso, distribuiu recentemente milhares de Bíblias para os internos e seus familiares. De acordo com o pastor Geraldo Vilhena, é primordial proporcionar meios para que os adolescentes e seus familiares exercitem a fé. Além disso, ao longo do ano são realizadas reuniões semanais nas Unidades e eventos que têm por objetivo a integração entre as famílias. "Procuramos a conscientização de todos sobre a importância de resgatar os valores da família e da formação do jovem para a sociedade", ressalta o pastor Geraldo Melo de Vilhena, coordenador Estadual em evangelização em unidades da Fundação Casa (antiga Febem).