sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Qual será o seu colar?

Qual será o seu colar?

Você já está preparada para a Festa dos Tabernáculos?














Quase 100 mil mulheres reuniram-se no ano passado para participar da primeira Festa dos Tabernáculos, aberta ao público na Universal. Antes o evento era destinado somente às integrantes do Grupo Godllywood.
Neste ano, a Festa, que celebra a gratidão a Deus, já tem dia e hora marcados: 25 de outubro, às 18h. Será realizada em várias localidades do Brasil e na cidade de São Paulo acontecerá no Templo de Salomão. Os endereços onde ocorrerá o evento estão disponíveis no site godllywood.com.
Para participar, as interessadas devem adquirir um lindo colar em qualquer Universal. São 12 colares, cada um com uma pedra vinculada a uma tribo de Israel. Ao adquiri-lo, receberá também um encarte com uma tarefa especial relativa a esse colar. Conheça os colares e a que tribo cada um se refere.
Tribo de Rubem: Primogênito de Jacó e Lia. Era um homem bom e um líder por natureza. Mas foi indisciplinado e se envolveu com uma das concubinas de seu pai. Perdeu o direito à primogenitura.












Tribo de Simeão: Segundo filho de Lia. Foi um dos incentivadores da tentativa de homicídio do próprio irmão José. Por causa de sua maldade, Simeão não recebeu o direito de primogenitura retirado de Rubem.
Tribo de Levi: Terceiro filho de Jacó. Essa tribo demonstrou uma postura espiritual superior e por isso seus membros foram separados para os serviços sagrados do Tabernáculo e Templo.
Tribo de Judá: Ele foi o irmão que mostrou mais arrependimento pelas ações contra José. Alcançou a bênção da primogenitura, perdida pelos três irmãos mais velhos. De sua descendência veio o rei Davi e,  posteriormente, o Senhor Jesus.
Tribo de Dã: Filho de Bila, concubina de Jacó. Era a segunda tribo mais numerosa de Israel e recebeu por herança uma terra fértil. Por sua desobediência a Deus, houve divisão dentro da tribo. Sua característica era o orgulho.
Tribo de Gade: Sétimo filho de Jacó. Sua mãe era Zilpa, criada de Lia. Sua tribo era chamada de Caras de Leões. Participaram de grandes batalhas e fizeram parte da linha de frente do exército de Davi. Da descendência de Gade, nasceu o profeta Elias.












Tribo de Benjamim: Era o caçula de Jacó e Raquel. Sua tribo era formada por valentes soldados. Quando o reino de Israel se dividiu em dois, Benjamim foi fiel à casa de Davi, formando um reino com a tribo de Judá. 
Tribo de José: Era o filho favorito de Jacó com sua esposa Raquel. Foi vendido por seus irmãos e virou escravo no Egito. Passou por momentos muito difíceis, mas foi honrado por Deus. Se tornou governador do Egito e reconquistou o respeito de sua família.
Tribo de Zebulom: Décimo filho de Jacó e sexto de Lia. Esta foi uma das tribos que conseguiram vencer o exército de Sísera e os cananeus. Jesus Cristo foi educado no território da tribo de Zebulom.
Tribo de Issacar: Nono filho de Jacó e o quinto de Lia.  Seu nome significa “há uma recompensa". A tribo de Issacar era conhecida por ter homens muito inteligentes, chamados conhecedores da época. 












Tribo de Aser: Foi o oitavo filho de Jacó, segundo filho de Zilpa, criada de Lia. Seu nome significa “feliz, abençoado” e, de fato, ele foi muito abençoado. No período do rei Davi, a tribo de Aser cedeu guerreiros para o exército de Davi. Tribo de Naftali: Era irmão de Dã, por parte de pai e mãe. Por ter seu território em uma área propensa a invasões, era uma tribo guerreira. Dez mil homens lutaram contra o equipado exército de Sísera (Juízes 4.6) e também agiram contra os Midianitas, ao lado de Gideão.
Tribo de Naftali: Era irmão de Dã, por parte de pai e mãe. Por ter seu território em uma área propensa a invasões, era uma tribo guerreira. Dez mil homens lutaram contra o equipado exército de Sísera (Juízes 4.6) e também agiram contra os Midianitas, ao lado de Gideão.
 A base de uma sociedade feliz é a família, se uma família vai mal, tudo ao seu redor vai mal, e foi pensando nisso que o Pastor Geraldo Vilhena, está realizando  um projeto, voltado para as famílias dos internos, todo ultimo domingo de cada mês, famílias são recebidas, com carinho para uma confraternização, um almoço oferecido pelos voluntários da IURD, neste ultimo domingo, foi muito mais que especial, foi super especial, pois vi de perto que este projeto tem dado muitos frutos,



Pastor Geraldo Vilhena , deu uma palavra de fé para as mães. Disse ele: “’ Muitas vezes o seu filho parece ser uma outra pessoa, ele é um filho amoroso mais tem momentos que ele se transforma . Isso é um mal espiritual , o Governo tem feito  grandes  investimentos , mais isso não resolve , a família tem que usar a fé é uma coisa simples , mais é o que resolve o mais importante é o trabalho espiritual “’


Em seguida as mães acompanharam com atenção os testemunhos de fé de Robson de Freitas





 Robson diz que várias vezes tentou parar de usar as drogas , mais não conseguiu, foi só com ajuda de Deus, conseguiu sair do fundo do abismo,



e Amauri Figueiredo , ambos com envolvimento com drogas e tráfico Amauri conta que havia muitos conflitos , dentro de casa, meu pai não aceitava , minha mãe, conheceu JESUS e tudo mudou, comecei a ver minha mãe como minha amiga. 




Elza fala da libertação de seu filho do uso das drogas.

Nelma foi vítima das drogas e fala do drama de uma enfermidade, que desencadeou pelo uso de 10 anos de uso de drogas.

Laudelino fala para as famílias a importância dos internos da Fundação Casa se batizarem nas águas.

Foi feita também a oração da fé , pelas famílias , pois o problemas maior é espiritual,



A festa ficou completa com um delicioso almoço servido com carinho para todos  com direito a sobremesa, sorvete .


















Foi feita também a distribuição de livros do Bispo Macedo, e caixinhas de promessas com a foto do templo.














Doação de roupas e sapatos para todas as famílias.



Para muitas pessoas, parece sem importância alguma, esse  almoço, mais ver de perto a alegria de cada mãe, não tem preço que pague, uma vida sendo restaurada , é uma sementinha que aos poucos vai dar muitos frutos para o Reino de Deus.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Looks possíveis para as brasileiras

Looks possíveis para as brasileiras

Confira nossa seleção com dicas que podem valorizar você na medida certa








A brasileira tem um corpo diferenciado, independentemente de seu biotipo, não tem jeito. Somos donas de um corpo mais curvilíneo, vivemos em um país em que o clima tropical prevalece e é comum sermos induzidas a nos vestir de maneira a mostrar um pouco mais nossos atributos, embora muitas prefiram disfarçar a revelar. Também sofremos com as numerações que mais confundem do que ajudam. Resumindo: geralmente, as roupas ficam justas demais ou sobram. Por isso, trazemos sugestões de looks que nos valorizam, sem faltar nem sobrar. São opções de cores e peças democráticas que nos favorecem sem muito esforço.
Priorizando a discrição e o conforto
Quando a roupa é muito colada ao corpo, as curvas tendem a aparecer mais e, dependendo do quanto fica à mostra, a composição corre o sério risco de ficar over e, às vezes, até vulgar. Por isso, calças flare, de alfaiataria e pantalonas podem ser coringas no look das brasileiras. Elas nunca fazem feio e sempre valorizam a mulher na medida certa. O despretensioso boyfriend jeans também não fica fora da lista. Além disso, temos outra aliada. Já ouviram falar das calças pijama? São peças inspiradas em tecidos estampados e ficam bem soltinhas. Elas parecem ser uma boa aposta para o verão que está por vir.
Cores, estampas e rendas
Em geral, as brasileiras gostam de estampas e de cores marcantes. Que tal misturá- las? Para os dias de calor, vestidos acinturados com modelagem solta dão conforto. Outra pedida para o nosso clima tropical são as rendas. Alerta para as mulheres do Sul e Sudeste, onde o clima nem sempre é um aliado: é comum recorremos ao preto sem pestanejar, não é mesmo? Mas temos outra opção além dele. O burgundy e toda a cartela que explora os tons de vinho favorecem e trazem cor à produção. Além disso, é uma cor que privilegia todas as mulheres – principalmente as de pele morena e as negras.






A nova calça cropped
Teremos uma nova cropped que pode nos privilegiar! Primeiro, pelo conforto. Segundo, pelo caimento e seu ar despretensioso. Isso porque, depois da saia mídi, temos as calças que são quase bermudas. Elas prometem aparecer com tudo no verão. Podemos considerá-las como bermudas de alfaiataria, de modelagem ampla. Aliás, ela apareceu várias vezes nos looks das fashionistas no street style da semana de moda de Nova York. É uma boa escolha para quem não tem medo de ousar, além de disfarçar as pernas mais grossas e o quadril avantajado. A alternativa, no entanto, pede preferencialmente um salto para não correr o risco de achatar a silhueta (as ankles boots podem ser boas opções).



Sisterhood visita internas da Fundação Casa

Voluntárias distribuem kits e livros para menores infratoras

Por Sabrina Marques
redacao@arcauniversal.com
Amor e dedicação são características presentes em todas as voluntárias do Sisterhood, grupo que surgiu em dezembro de 2009 e tem a finalidade de resgatar a essência feminina colocada por Deus em cada mulher. Desta vez quem recebeu o carinho dessas mulheres foram as internas da Fundação Casa “Chiquinha Gonzaga”, da Mooca, bairro localizado na zona leste da capital paulista.


As mais de 140 internas do local receberam kits de higiene pessoal e também centenas de livros “A mulher V”, da escritora e fundadora do Sisterhood, Cristiane Cardoso.


Além das doações, as internas também ouviram mensagens de fé e esperança, contidas na Palavra de Deus. Para o responsável pelo trabalho evangelístico dentro da Fundação Casa, pastor Geraldo Vilhena, a iniciativa do grupo é fundamental para a ressocialização e mudança de comportamento das menores infratoras. “Este é um trabalho excelente, pois a presença das voluntárias fez com que as jovens se aproximassem mais. Muitas abriram o coração, choraram após receber as orientações das esposas dos bispos, elas elevaram a autoestima, que a muito tempo estava em baixa, este evento foi muito bom”, conclui o pastor Geraldo Vilhena.

Momento da entrada do grupo Sisterhood

Uma palavra de fé


Jovens internas recebem um atendimento das esposas dos bispos e pastores

Leitura do livro A MULHER V

Senhora Margarete esposa do bispo Marcos com duas internas da Fundação Casa.

Senhora Rosilene esposa do bispo Jadeson com uma jovem interna.

Senhora Marcia esposa do bispo Romualdo antendendo uma jovem interna

Senhora Fátima esposa do bispo Clodomir atendendo jovens internas.

Uma visita na Casa das mães na Fundação Casa

Uma oração para finalizar.